domingo, 5 de junho de 2011

HOMICIDAS DO SILÊNCIO

Meus caros amigos e leitores, o tema que ora inicio tem a finalidade de mostrar a outra face da Justiça, e tem sua base inspiradora as maquiavélicas e corruptas decisões judiciais, quase sempre fundamentadas pelos meios mais escabrosos e inimagináveis ao homem-cidadão, mesmo até, aos operadores do direito em geral. Começo as minha revelações, chamando essas autoridades de HOMICIDAS DO SILÊNCIO, porque, agem exercitando suas autoridades e poder, pela caneta ou pena, satisfazendo interesses de terceiros, motivadas pela falsa moral ou por "engôdos" articulados, não necessariamente por dinheiro, ou em troca de algum beneficio direto ou indireto. Mas, é certo que culminam com suas penadas por prejudicar a vida do cidadão, seja sob o angulo patrimonial ou na maioria das vezes, pela pena corporal, alijando definitivamente da vida comum, a preciosa liberdade. O cidadão alvo, tem que se submeter ao crivo dessa autoridade constituida, numa vivência, obtendo daqui e dali, algum beneficio em troca de muito trabalho e respeito às Leis, desde que, não caia na infelicidade de "ofender essas autoridades". Outra vez passada, em alguns escritos, pude expressar minhas condolências ao povo brasileiro, aquele mesmo, avisado anos atrás pelo famoso Ruy Barbosa, de que o endereço certo da Justiça no Brasil, era de que o Poder iria chegar às mãos dos maus, dos falsos lideres, na injustiça continua e desenfreada, onde somente os poderosos seriam beneficiados, e que o homem iria rir-se da honra e ter vergonha de ser honesto. Pois bem! Nessa minha vida de quarentão na vivência do Judiciário, e principalmente por ter sobrevivido as mais absurdas ofensas e agressões em pleno exercicio da atividade da advocacia, com hostilizações -pasmem - praticadas até por Serventuários, defensores intransigentes de seus Juizes e Promotores, porque beneficiados com alguns privilégios, e por isso, podiam usar e abusar desse "poder delegado", e até proferir muitas sentenças. Não precisamos voltar anos vividos, pois, a nossa realidade assim, revela tais situações. Vejam as sandices e deslealdade de nossos politicos. Parece incrível não é? Mas, no Judiciário não é diferente, pois, as ações desleais, sentenças injustas e até interessantes como são proferidas com inversão de valores e algumas inacreditavelmente imorais. Mas, para quem não é do ramo, ou da "linha de entendimento" se insurge, recorre, se escandaliza, mesmo com muitos anos de atividade. Pois, assim é que, digamos, tal comportamento é  fato corriqueiro em muitos tribunais e juizos. A lei quando regulou as decisões dos juizos, propiciando sentenças, apenas lhe dá o direito de usar o livre arbitrio de decidir no que as partes produziram de provas, nos fatos, no entanto, quase sempre, não se interpreta dessa forma, baseiam-se simplesmente em seu entendimento pessoal, dando à prova conceito pessoal. Isso já se tornou regra - habitualidade. Na atualidade em que temos uma imensa legião de juizos leigos, jovens recem formados, sem qualquer experiência de vida, proferem decisões calculadas matematicamente, suprimindo provas que ilidiriam com certeza absoluta as arguições levianas da autoria, pricipalmente, nas provas postergadas pelos juizos do juizado especial, onde a "perigosa inversão do ônus da prova", cabe perfeitamente no papel de indutiva inclinação a até grosseiras e descabidas decisões. Inumeros protestos de produção de provas, são rejeitados em nome da "celeridade processual", no entanto, em muitos casos de "empresas privilegiadas" o retardo no proferimento de decisões chegam aos absurdos de ultrapssarem mais de dois anos na "estufa processual". No plano criminal, então, há grupos sentimentalizados com a "proteção da sociedade", como se dela não fizessem parte, tal a arrogância e a distância que se colocam. Expulsa covardemente, numa só penada ou pelo poder da pena, da sociedade o cidadão contra quem se tem a suspeita de ser autor de perigosos crimes de abuso sexual, de violência doméstica etc. Cito esses dois tipos de procedimentos criminais , porque são os "crimes da moda" e pelos destaques populacionistas que integram a mídia, divulgando quase sempre os nomes desses homicidas silenciosos, e noutra visão, já viraram mais um negócio no Judiciário, verdadeira industria de beneficiamento do "pobre- publico" que o Estado já não sustenta. Processa-se o cidadão durante um a dois anos, para no final lhe aplicar a pena de pagamento de CESTAS BÁSICAS, distribuidas à uma certa comunidade cadastrada, segundo os interesses de pessoas integrantes do proprio Poder Público, postulado esse, irremediavelmente, aplicados pelo Judiciário aos chamados "crimes de menor potencial ofensivo". Se examinarmos cada processo, veremos que a parte vencida, nem sempre teve a oportunidade de produzir sua prova, em respeito àquela celeridade e "o que acha" o Juiz e o Ministerio Público. O sistema dos Juizados é bom, as leis extravagantes, e os Estatutos, também são bons e fazem parte de um codex paralelo, o que falece é a preparação tecnica do julgador. O desempatador, se atento as normas legais e não as suas opiniões pessoais, se haveria melhor, e por certo, o vencido sairia do Tribunal ou preso por ele, respeitando-o acima de tudo. Mas, não é assim o que estamos vivenciando, pois, a cada julgado, somos obrigados aos recursos, embora nos prazos  interpostos, caem no mesmo sistema de julgamento, sem prazos  a honrar, valorizativo ao julgador monocrático, sem se indagar ou discutir  sequer, qual caminho percorrido para o proferimento da decisão hostilizada. Vejam bem, porque da minha análise: se o "Relator" perde 10 a 30 dias para ler pequenos processos, que não chegam a 200 páginas, deve a meu ver, perder apenas 40 minutos para lê-lo e constatar se a decisão foi ou não equivocada, se houve supressão de direitos à prova, o que quase sempre ocorre, mas, prefere mantê-la, ainda que equivocada à ictu oculi. Um fato comum, e corriqueiro na Turma recursal se dá quando, ultrapassada a fase probatoria, negada seu exercicio e a parte perde o prazo para agravar, e ingressa com um Writ, a Relatoria da Turma, rejeita liminarmente o mandamus, por entender que da decisão cabe recurso. Será que, serei o unico a entender que, exaurido o prazo de agravo, não há mais qualquer recurso? Nem há mais esperança alguma, no rito processual previsto para o recorrente exercitar o direito de provar o seu direito, para impedir que adiante não lhe sobrevenha um sentença injusta, exatamente porque, não produziu a prova por impertinência do Juizo- leigo ou não? Mata-se o direito de opor, de resistir ou de lutar contra a "mentira" do autor, por essa destemperança do julgador burocrata. Nos processos criminais, os efeitos penosos são maiores. A cada instante, somos surpreendidos com "escândalos" proporcionados pelas Autoridades que de julgadores, agora são julgados, e só ai, que Eles, após atingidos, reclamam de beneficios e privilegios, em desigualdade aos iguais constitucionais. Quantos cidadãos, outrora criminosos letais à sociedade moralista e ofendida, foram "encarcerados" por essas mesmas autoridades, agora "criminosas". Quantas ainda em liberdade? Essas autoridades que hoje ainda estão no comando de muitos cargos, que aplicam pesadas penas, para "aparecerem" no cenário social, ao nosso ver, só sobressaem por suas vaidades pessoais, pois,  pouco se importam, tal como o  Estado faz com os  cidadãos, aos descuidá-los, negando-lhes estudo, trabalho, alimentos, moradia, os motivos verdadeiros que os levam ao ganho fácil proporcionado pela criminalidade. Esse é o ponto crucial da minha materia-critica, que chamo de homicidas do silêncio. Esses sentenciantes tão comuns quanto diários, nesse nosso Poder Judiciário falido e falso, que nos revela a cada dia, os cárceres cheios, que se objegtivasse a simples aplicação da Lei com julgadores preparados para usar a lei e aplicar as penas com consciência e zelo, examinando a prova produzida, com senso de responsabilidade, e absoluta integridade que o cargo exige, obedientes ao juramento, sem se permitir acolher as perniciosas influências de qualquer gênero e grau, certamente, metade dos presidios estariam às moscas. Falo assim, porque é inegável e visivel  esse quadro terrivel. Começa com os famosos desbaratamentos policiais, agentes montadores de quadros escabrosos, crimes terriveis praticados quase sempre contra o erário publico, maioria deles, oriundos dos tráficos de drogas entorpecentes, mas, só que mexem com a midia, para na verdade justificar suas honras na defesa da sociedade. Toma-se o curso do processo, as situações vão se modificando, e só não alcançam a total liberdade, por conta dessa extrema vaidade e politicagem interesseira para não ver um "trabalho perdido". Quem vive no "metier" como se diz popularmente, sabe muito bem ao que me refiro. Por isso, existem corregedorias em todos os orgãos do Poder Público, menos para as "altas patentes", que só chegam a ser processadas, quando "a coisa se torna insustentável", e ai, há denuncia, vazamento de informações, trairagens, porque o "traidor" fora prejudicado de alguma forma, ou ficou de fora de algum privilégio, ou ainda, fraudado em algum rateio. Mas, volto ao homicidas do silêncio, esses "peneiros" aplicadores de pena, preenchedores de relatórios, cheios de vaidades, mas, que fiquem advertidos, cada um desses, que ajustarão contas com o CRIADOR, o verdadeiro juiz, que há dois mil e onze anos atrás, deixou ensinamentos como proceder com justiça e honestidade. Cuidado homicidas do silêncio, encarceradores e carrascos da sociedade, que apenam sem dó nem piedade seus irmãos, subjugando-os a terriveis flagelos morais, prostituindo uns e segregando outros, nas cadeias cada dia mais sub humanas, despreparadas para o fim que foram criadas, a ressocialização do detento. O pior de tudo, meus amigos, é que Eles sabem disso, mas, pouco se incomodam, ou tentam mudar "o esquema", enfim, os homicidas do silêncio são parte integrantes de um agrupamento preparado para manter vivo e continuo o modus operandi desses assassinatos - invisiveis a primeira vista - praticados pelas escritas, nem sempre, emanadas do proprio punho. Por enquanto deixo essas criticas. Ate outra oportunidade, lembrando a todos que estou escrevendo meu livro, talvez inclua algumas materias já escritas no blog e em jornais. Despedindo-me por enquanto, mas, assegurando que ainda tenho esperanças de tudo isso poderá mudar, com a evolução dos tempos e com a consciência dos cidadãos, que devem fazer sua parte, visando contribuir para melhorar a sociedade, de tal forma que não se dê oportunidade aos maus, de assumirem o comando e se locupletarem de alguma forma do Poder. um abraço.

sexta-feira, 1 de abril de 2011

UM GRANDE ACONTECIMENTO

Quando era criança, ouvia dos mais velhos que a cada nascimento, noivado e casamento tais ACONTECIMENTOS tinham que ser celebrados, pois representavam motivos bastante para que as partes envolvidas se estreitassem em atenções e carinhos celebrando. Com o passar dos anos, sempre participativo desses eventos  por que muitas das vezes exigida a nossa presença, quase sempre regados à bebricagem e comilanças, e Eu particularmente aproveitava para usar todo meu charme (achava que tinha) para aventurar-me em conquistas, flertando com as mocinhas que eram convidadas pelos parentes e outros convivas. Hoje lembro com grande saudade daqueles tempos, apenas para revivê-los, por assemelhá-los ao meu objetivo COMEMORATIVO neste momento importante da minha vida, ao pé dos meus muito bem vividos 65 anos de idade. Assim parto para a trajetória revivida desde quando o meu primeiro encontro com a Fátima, minha adorada esposa. Nesse momento mais épico que os outros todos vividos, destaco NOSSO PRIMEIRO ENCONTRO, que me fez voltar à puberdade onde todos meus sentidos, se  articularam latejando e bradando, como sonoros sinos, ora pela grande emoção da conquista que se avizinhava, e ora pela expectativa e ansiedade da rejeição, com mêdo de receber aquele famoso não que levara na juventude - algumas vezes - nos bailes que freqüentava, quando atrevidamente me insinuava às mocinhas em convites para bailar pelos salões. Pois é, assim me senti naquele momento visceral da conquista, da qual sai vitorioso, porque, achei reciprocidade naquela linda dama, que ao me sorrir mostrou sua alma cândida e "caliente de amor". Não me fiz de rogado, aproveitando o primeiro sorriso, Ela me ofereceu sua face para um primeiro beijo, com intenção absolutamente amistosa, pois, pouco nos falamos antes, no entanto, como verdadeiro guerreiro de outrora, agora renascido das cinzas, qual FENIX, busquei-lhe a boca, tão atraente quanto sua voz, que soava melodiosamente aos meus ouvidos, provocando verdadeira "explosão " em meu corpo, e ai, dei-lhe o primeiro beijo, que foi aceito e recebido com encantamento de forma suave e delicada. Senti ali, que começava o meu GRANDE ACONTECIMENTO, o maior de minha vida nesse tipo de relação, e a partir desse momento de grande significância e felicidade,  tudo me parecia mais bonito, e após algumas visitas à essa maravilhosa mulher em terra, não perdi mais tempo, firmamos compromisso de viver juntos num casamento de corpo e alma, que até hoje perdura, e se DEUS quiser permaneceremos juntos até a eternidade, pois, jamais verei outro melhor ACONTECIMENTO ou maior que esse, AMAR alguém de verdade, como AMO FÁTIMA - e assim, para CELEBRAR TAL ACONTECIMENTO, declaro publicamente esse amor como uma grande celebração. dedico-lhe esta página, enviando milhões de beijos. Raimundo Januário.

sábado, 5 de março de 2011

demorei, mas, cheguei. foram apenas 65 anos.

 

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gostaria que voce lesse minhas matérias em meu blog= http://www.raimundojanuario.blogsp.com

DEMOREI, MAS CHEGUEI! FORAM APENAS 65 ANOS.

Meus amigos. Estou vivendo uma época de minha vida, na qual tenho tentado uma aproximação maior com DEUS, quer por orações, quer por participação mais acentuada pelos movimentos religiosos de minha igreja. Mas, o momento maior dessa vivência-contato, se fez presente mais recentemente, na espetacular e maravilhosa aceitação de meu jovem rebento em auxiliar as missas dominicais.Como disse, meu filho foi alçado ao altar para auxiliar a realização eucarística (ACÓLITO), e isto, para mim, foi um acontecimento maravilhoso e emocionante, e coube-me recepcionar mais este presente de DEUS em minha vida. Afora este precioso momento, muitos outros tenho vivido nestes últimos anos, mas, em nenhum outro, foi tão choroso pela alegria incontida, como se eu tivesse a sensação de minha alma sendo levada aos céus, senti uma leveza inimaginável, só perceptível a quem vivesse tal experimento. Mas, volto a dizer que estou próximo, a poucos dias de atingir a marca histórica de 65 anos de idade. Graças a DEUS! E como os vivi! Porém, amigos, por ter conseguido vivenciar esses 65 anos, parei no tempo e no espaço, para perceber que preciso estar mais perto de DEUS, e apesar de ignorar muitos outros chamados, sinto neste mometento, que chamou meu filho para estar O servindo no altar da fonte da vida, é o SEU mais novo alerta, me convidando para uma maior atenção à minha vida espiritual em relação a ÊLE. Por isso, escrevo desta forma, para avisar a todos que lêem meu blog, para entender que este meu momento especial, sirva de aviso a voces, e que possam envolver-se pelo mesmo  sentimento que hoje vivo, da necessidade urgente de estar mais perto de DEUS, porque não se sabe a nossa hora de nossa partida. Outro aspecto importante do reconhecimento desse sugestivo chamamento, cito um simplório, mas, esquecido e olvidado fato, agora entendido por mim, pois, a muito anos, vejo sempre muitos idosos nas igrejas, assíduos nas missas - diárias ou dominicais, cujas presenças, vislumbro o grande ensinamento de NOS CHAMAR PARA DEUS, e nunca percebemos. Vejam voces, como nunca percebi isso? Que sábias presenças, não! Pois bem, é esperteza deles, e nós, os ignorando-os, e os criticando! Falo desse modo, pois, é preciso lembrar que a vida em DEUS é eterna, e se não começarmos a nos preparar para essa vida, lá do alto, como será infinitamente desastrosa e terrificante, quão imensamente triste e dolorosa a nossa vida futura.Por assim dizer, asseguro, DEUS quer voce, então voce-amig(a)o, não precisa viver 65 anos como Eu, para entregar sua vida a DEUS e nem demorar tanto tempo para dar a DEUS o que é, e sempre foi Dêle - nossa vida! Fiquem com DEUS!até breve.

sábado, 22 de janeiro de 2011

O AMOR ACONTECE

O AMOR começa de alguma forma desenhada pelas linhas escritas pelo destino de cada um. E como saber ou relembrar de como tudo começou? Ninguém sabe esse começo.Alguns aliam a um detalhe, um lugar, um ambiente de apresentação, e até fazem comemorações, sobre o dia e o lugar, voltam a ele, mas, o momento crucial - ninguém sabe porque não marcou, pois, esse sinal de inicio da descoberta do AMOR ninguém consegue perceber. Eu mesmo posso fazer inúmeras referência sobre meu DIA DO AMOR, mas, não posso precisar esse momento, porque, dele só lembro de um pequeníssimo detalhe, UM SORRISO. Lembro desse marco, desse sinal, porque acho que ele foi o único ponto que fixei entre o momento triste de abandono que me sentia e o prazer e alegria pós ele, que me deu novo tom e alento para a vida. Essa particula sinalizadora em que me fixei como ponto de partida para o que chamo AMOR e vai direto à uma pessoa, porque outros amores já se fazem presentes em minha vida. Preciso então separar as especialidades do AMOR. Esse AMOR que retrato, é o que deve ser um começo de vida entre um homem e uma mulher, AMOR da necessidade do contato carnal, da ausência que frustra, da noite sem o corpo aquecido e que respira ao lado, da companhia simples ainda que, só do vulto, do momento de que se faz presente ou que se faz de fuga para respirar, o respeito desse isolamento, porque seguro se está, que o outro respira consigo, esse sentido que se percebe saindo das entranhas, certeza de dentro, nada mais. É assim, que se vive a meu ver, o sentido exato da necessidade do outro, como ponto de afirmação dessa garantia de AMOR. Por certo de outros experimentos individuais se dirá que o AMOR é isso ou aquilo, começa assim ou de outro modo, cada qual declina sua informação ou vivência, me parecendo mais, que os sentimentos trazidos por interpretações poéticas, ou novelescas induzem a chegada dessa informação traslativa que se declara. Assim, é certo porém, cada qual tem seu momento de sinal de identificação do  AMOR, mas, o instante em que ELE dá a partida, ninguém se fixa, porque é tão simples e tão sem importância para aquele momento, que não se percebe, e quando nos apercebemos, já estamos enredados pelo AMOR, avolumado por uma torrente de paixão e desejos, que nos sacode e nos tira do sério. Tal efusão        nos deixa desorientados, Mas, o que EU queria dizer sobre esse momento tão imperceptível e que nos marca fortemente no AMOR, é que ele cai no esquecimento logo que acontece, por isso, não prestamos atenção nele. VOCE SABE  OU LEMBRA SEU MOMENTO? comente meu blog. um abraço, ate breve.
O AMOR começa de alguma forma desenhada pelas linhas escritas pelo destino de cada um. E como saber ou relembrar de como tudo começou? Ninguém sabe esse começo.Alguns aliam a um detalhe, um lugar, um ambiente apresentação, e até fazem comemorações,sobre o dia e o lugar, voltam a ele, mas, o momento crucial - ninguém sabe porque não marcou, pois, esse sinal de inicio da descoberta do AMOR ninguém consegue perceber. Eu mesmo posso fazer inúmeras referência sobre meu DIA DO AMOR, mas, não posso precisar esse momento, porque, dele só lembro de um pequeníssimo detalhe, UM SORRISO. Lembro desse marco, desse sinal, porque acho que ele foi o único ponto que fixei entre o momento triste de abandono que me sentia e o prazer e alegria pós ele, que me deu novo tom e alento para a vida. Essa particula sinalizadora em que me fixei como ponto de partida para o que chamo AMOR e vai direto à uma pessoa, porque outros amores já se fazem presentes em minha vida. Preciso então separar as especialidades do AMOR. Esse AMOR que retrato, é o que deve ser um começo de vida entre um homem e uma mulher, AMOR da necessidade do contato carnal, da ausência que frustra, da noite sem o corpo aquecido e que respira ao lado, da companhia simples ainda que, só do vulto, do momento de se faz presente ou que se faz de fuga para respirar, o respeito desse isolamento porque seguro se está que o outro respira consi

sábado, 4 de dezembro de 2010

LONGA PARALIZAÇÃO

Muito bem, meus amigos e leitores, volto a escrever após longo período, em que vivi momentos de completo desânimo, e muito ocupado com uma série de processos com prazos e cumprimento de obrigações sobrepostas, sem que Eu pudesse, me envolver com qualquer assunto, principalmente, nessa fase de turbulência eleitoral recém - vivida, em nosso País. Agora,  terminando o ano de 2010, e quase no recesso de fim de ano, voltei a escrever. Mas, hoje tão somente quero falar desse hiato longo, as causas que me fizeram parar de escrever, momentos que vivi pesando e avaliando se valia a pena escrever, e para quem escrevo, e quais os efeitos dessa minha contribuição, e se, principalmente, meus argumentos, conhecimentos e estudos, valeram de alguma coisa a alguém, ainda que seja, apenas a uma pessoa. Digo isto porque, se consigo me fazer entender a alguém ou a algumas pessoas, me dou por satisfeito,  pois, realmente me fiz entender, e assim, me convenço que minha mensagem, cujo propósito, enfim, é de dar uma nova idéia na concepção e análise dos objetivos de meus comentários e críticas, fico feliz e realizado. Falei e abri discussão a respeito do que entendi sobre Leis e Projetos, fiz severas críticas a respeito de normas e interpretações, caminhei na direção oposta de alguns aplicadores das leis, mostrei pontos de minhas divergências, e enfim, manifestei minhas contrariedades, mas, sempre com  o propósito de tentar ser lido e ouvido, em minhas ponderações, sempre com alvo a dar novas idéias e medidas para o bem de todos. Pois bem! Nesse passo, e por este momento, desejo oportunamente, enviar meus votos de que todos tenham um Grande e Santo Natal, e um próspero Ano Novo, muito embora, já temos à proximidade de medidas econômicas restritivas e  de maior sacrifício para a população, como já se anunciam pelos meios comunicativos. Aliás, como era de se esperar, à vista do resultado eleitoral, em que, passaremos a ser comandados por uma Presidente, advinda do seio Petista, achada do nada, sem qualquer experiência política-administrativa. Já se anunciam os reflexos de uma economia sacrificante para o Povo, que continua seguidamente prostrado, ante a escabrosidade de impostos e taxas, que nos faz, País líder nesse tido de pagamento e obrigação. Já produzi matéria a respeito da intensidade absurda de impostos a que somos "IMPOSTOS A PAGAR". Acreditei e sonhei que, a linha a ser seguida por uma "revolucionária" presidente poderia ser por decreto, a extinção de todos os impostos e resumidos num só. IMPOSTO ÚNICO. Talvez assim, o POVO aprendesse a "declarar" honestamente seus ganhos e lucros, oferecendo por espontaneidade 30 ou 40% de seus ganhos, mensalmente. Acredito que, o Governo não perderia em nada, ao contrário, teria com certeza, maior fidelidade de seus contribuintes, e ao tempo em que, passaria a adotar uma política mais consciente, sem os subornos e corrupções, que deram origem ao enlameamento da moral política, levada ao caos, repercutindo no mundo inteiro. Mas, muitos novos eleitos, que encaminhem propostas de modificação e ou cassação desses excessivos impostos, muitos até, por sua falta de aplicabilidade direta e objetiva, caem desencontradamente no campo daquelas obrigações de pagamento, que critico com ferrenho descontentamento. Tal imposto, é tão absurdo quanto o ex-CPMF - que pode até voltar sob a regência da nova Presidente, já que, Ela é adepta desse imposto, que entende por ele, cobrir alguns rombos nas finanças da nação. Amigos não é preciso ser financista e nem entender muito do mundo financeiro, para vislumbrar tal perigo, pois, desde que, foi colocado na periferia do mundo dos impostos, o CPMF está aí, à beira do chamamento e da nova integração ao mundo financeiro do País. Mas, volto aqui, ao imposto que me referia o IPVA. Vejam amigos, que o objetivo direto da criação desse  imposto, há muitos anos atrás,  visava a construção e manutenção de nossas estradas no País inteiro. É simplesmente brutal o recolhimento. São muitos milhões de reais. Dá para acreditar que não temos uma estrada bem conservada com os recursos desse imposto? Incrível não é? Pois bem, as melhores e mais bem construídas e conservadas estradas, estão nas mãos de empresas terceirizadas, arrendadas pelo Governo, e nós pagamos o pedágio. Como se vê, nós acabamos por pagar DOIS IMPOSTOS. Não há como entender isso. Então, porque não se devolve ou elimina o IPVA. Porque dessa bi-tributação ao Povo. Lhes digo isso, porque pago como todo mundo o IPVA e pago PEDÁGIO nas muitas viagens que faço, pelas estradas do Estado e do País. Será meus amigos que os nossos políticos não vêem esses fatos? E, porque, não nos defendem! Os elegemos para isso. Caramba, estamos falando de um só imposto, de um rosário deles. Mas, vou deixar voces pensarem sobre este especificamente, pois, tenho uma idéia e uma proposta jurídica, para atacar esta situação, quem sabe não nos direciona a um resultado positivo. Voltarei a este assunto, mais tarde. bem, por ora, envio meu abraço a todos, e renovo os meus votos a voces, de Um Feliz Natal e Bom Ano Novo. Raimundo Januário