sábado, 7 de dezembro de 2013

                                               AMIZADES
                                   NÃO É PRECISO CONHECER AS PESSOAS DE PERTO, PARA TER A CERTEZA DE QUE ELAS POSSUEM CARÁTER E DIGNIDADE. TAMBÉM NÃO É NECESSÁRIO QUE ALGUÉM NOS EMPURRE UM PARA CIMA DO OUTRO, PARA ENTABULAR CONHECIMENTO E PASSARMOS A TER RELAÇÃO ÍNTIMA, AFIRMAR AMIZADE, OU OUTRO TIPO DE RELACIONAMENTO QUALQUER, QUE NOS FAÇA ATRELAR UMA VIDA A OUTRA. TUDO ISSO, DIGO QUE O ACASO FAZ AS CIRCUNSTÂNCIAS SOBRESSAÍREM E DE PRONTO ESTABELECEM UM ENCONTRO INICIAL, GERANDO DAÍ A PRIMEIRA OPORTUNIDADE DE UM CONVÍVIO DE BOA OU PÉSSIMA QUALIDADE, POR DEPENDÊNCIA EXCLUSIVA DAS PRÓPRIAS PERSONALIDADES DOS ENCONTRANTES. CAMINHA-SE NESSE SENTIDO, O QUE QUERO EXPOR E EXPRESSAR SOBRE A LÓGICA DOS ENCONTROS MÁGICOS QUE A VIDA NOS PROPORCIONA, COMO SE TUDO ESTIVESSE ESCRITO NO TEMPO E MARCADO PELAS PONTAS AGUDAS DAS ESTRELAS.  ENTRETANTO, SURGE A IDEIA DE ESCREVER SOBRE A OCORRÊNCIA DAS AMIZADES ESPONTANEAMENTE SURGIDAS DO NADA, E, QUASE TODAS ADVINDAS DA EXTREMA NECESSIDADE DO CONHECIMENTO, TAMBÉM, SOB OS ASPECTOS PROFISSIONAIS. ALGUMAS DELAS SE PERDEM NO TEMPO, E PELO MESMO MODO DESAPARECEM DEIXANDO APENAS UM RASGO NO VÉU TEMPORAL, COMO SE FOSSEM CAUDAS DE ESTRELAS CADENTES, E OUTRAS AINDA, MAIS CÉLERES COMO SE FOSSEM METEORITOS, NUM SURGIR E DISPERSAR ASTRONÔMICOS. DEIXEI POR DERRADEIRO, A MENCIONAR AQUELAS QUE SE PERPETUAM, NÃO SÓ PELA PRÓPRIA ORIGEM, MAS, PELO PASSAR DO TEMPO, JÁ AFILIADAS À GRATIDÃO COMO RECONHECIMENTO DO QUE FOI POSSÍVEL SER FEITO, INDEPENDENTEMENTE DO RESULTADO OBTIDO. SÃO ESSAS RELAÇÕES QUE ME CHAMAM A ATENÇÃO SOBREMANEIRA, PORQUE, EM ALGUNS MOMENTOS, ESSAS AMIZADES TORNARAM-SE MAIS OU MENOS INTIMAS, E ASSIM, PASSAM A SER VIVIDAS MAIS OU MENOS INTENSAMENTE NO NOSSO DIA A DIA. DEFEITOS HAVERÁ EM QUALQUER PESSOA, COM QUALIDADES MORAL E INTELECTIVA SUPERIOR OU INFERIOR, SEMPRE DEPENDENTES DA PRÓPRIA FORMAÇÃO, MEIOS, MODOS E AMBIENTES, CUJA FORJA SEMPRE FALARÁ MAIS ALTO, QUANDO CHAMADOS EM REAÇÃO. ASSIM SE PORTAM, E POR ESSAS OPORTUNIDADES SÃO INVARIAVELMENTE ANALISADAS E SIMETRICAMENTE JULGADAS, AGRADANDO A UNS E OUTROS, SEGUINDO A FILOSOFIA ALCOVITEIRA DO SAUDOSO NELSON RODRIGUES, QUE SINALIZAVA SER TODA UNANIMIDADE SIMPLESMENTE “BURRA”. MAS, NÃO CHEGO A TANTO, OPTO PELA VISÃO DE QUE A UNANIMIDADE SEMPRE FOI UTÓPICA, E PREFIRO ACRESCENTAR “... SE OS DEDOS DAS MÃOS NÃO SÃO IGUAIS...”, IGUALMENTE, ENTENDO QUE POR MAIS LIDERANÇA QUE A PESSOA POSSA EXERCER, USANDO SEU DOM, JAMAIS ALCANÇARÁ A UNANIMIDADE, DECERTO, POR CONTA DA FORMAÇÃO PESSOAL DE CADA INDIVIDUO. VOLVENDO A PREOCUPAÇÃO QUANTO ÀS INTIMIDADES, SINALIZEI NESSE SENTIDO, PORQUE, DEPENDENDO DESSA FORMAÇÃO INDIVIDUAL, HAVERÁ UM CRESCENTE SENTIMENTO EVOLUTIVO, ANALÍTICO, MAIOR DAS VEZES, DOMINANTE. HAVERÁ SEMPRE “OS AMIGOS INTERESSEIROS”, QUASE IMPERCEPTÍVEIS NA BUSCA ÁVIDA DE UM BENEFICIO IMEDIATO, E, FINALMENTE, ÀQUELES QUE ADMIRAM, POR CONTA DE (SUA) RECONHECIDA “INFERIORIDADE”, ANTE À SUPERIORIDADE AMIGA, PORÉM, COM O CORAÇÃO VOLTADO AO DEVOTAMENTO INQUESTIONÁVEL ÀQUELA AMIZADE, TÃO QUERIDA E DESEJADA. ESSAS AMIZADES RECHEADAS DE ENTUSIASMO, ÀS VEZES, BEIRAM AO EXAGERO, EIS QUE, TÃO REVELADORAS DE INTENSA ADMIRAÇÃO, QUE ACABAM SE TRANSFORMANDO NUM ORGULHO EM TÊ-LAS TÃO PRESENTES EM NOSSAS VIDAS. DE PARTICULAR ATENÇÃO, CHAMO À ORDEM DESSE GRANDIOSO GRUPO DE AMIZADES QUE TENHO, E, RESSALTO ALGUMAS QUE SOBRESSAÍRAM EM MINHA VIDA, TAMANHA SUAS IMPORTÂNCIAS, E, AS RELEMBRO COM EXTREMOSO CARINHO, PORÉM, NEM OUSO DECLINÁ-LAS PARA EVITAR FERIR SUSCETIBILIDADES, MAS, POSSO RESSALTAR SEM DÚVIDA ALGUMA, OS MEUS IRMÃOS DE “SANGUE”, E OS QUERIDOS IRMÃOS ADJUTÓRIOS DE PARTICIPAÇÃO INTENSA EM MEU VIVER. HOJE ESSES PRÓXIMOS QUE DIGO DO DIA A DIA, PODERÃO COMPREENDER QUE FALO DELES, PORQUE, NÃO HÁ RETROCESSO DOS “AMIGOS PRA SEMPRE”.  VOLVO A MEU MOMENTO DE ESCRITA ÀQUELES QUE, TUDO FAZEM POR COOPERAÇÃO, NO SENTIDO DE ME AJUDAR A ENFRENTAR A GRANDIOSA RESPONSABILIDADE SOCIAL E RELIGIOSA, DE SER PAI, SER HUMANO, INTERESSADO NUM MUNDO MELHOR, MAIS ALEGRE, E CONSCIENTE DA PARTICIPAÇÃO DE CADA QUAL, NESSA CONSTRUÇÃO TERRENA, SEM OLVIDAR ÀS CRÍTICAS, QUASE SEMPRE IMPERIOSAMENTE IMPORTANTES,  QUE VISAM À BUSCA DA VIDA QUE A TODOS DEVIA INTERESSAR, E QUE UM DIA COM TODA A CERTEZA, IREMOS PARTICIPAR. NESSE PASSO, POSSO REGISTRAR QUE PONTUALIZO A IMPORTÂNCIA DESSAS AMIZADES, ALGUMAS ADVINDAS DO INESPERADO, MERECENDO DESTAQUE AS QUE RECEBO COMO LUZ DO CRISTO SENHOR, DECERTO À SOMBRA E IMITAÇÃO DE SUA OFERTA A SEUS “AMIGOS” APÓSTOLOS, SERVINDO DE PARÂMETRO PARA NOSSA BUSCA DIARIAMENTE. ENFIM, RESTA-ME AGRADECER A TODOS DESSE UNIVERSO DE AMIZADES, E, COMO DISSE ANTES, DEDICO A TODOS NUM ALINHAMENTO À CONSIDERAÇÃO CRISTÃ, A IGUALDADE DE TRATAMENTO E LHES DISPENSO O MESMO AMOR A MIM DEVOTADO. SAUDAÇÕES A TODOS VOCES, E, SE ME PERMITIREM GOSTARIA DE CONTINUAMENTE LHES DESEJAR SUCESSO EM TODOS OS SEUS EMPREENDIMENTOS.

                                   ADVOGADO, ESCRITOR, JORNALISTA.
         A VIDA DIFÍCIL DO ADVOGADO
Endereço essa crônica critica a qualquer pessoa do Povo, de modo a demonstrar como se tornou difícil advogar – literalmente – não só no Estado do Rio de Janeiro, como, no País, e se chegar ao conhecimento daqueles que podem e devem fazer algo, realmente sério, a fim de mudar esse quadro horrível que nos é postado para o exercício pleno da advocacia. A começar pela tragédia que é imposta aos acadêmicos, com os cursos de Direito banalizados à condição única de pagamento de mensalidades, e de há muito, obedientes ao dito “pagou levou”. Assim, por essa infelicidade, os diplomados dão verdadeiros vexames nos exames de conhecimentos-testes implantados pela Ordem dos Advogados do Brasil, a meu senso, imprestáveis a toda ordem para a prática forense, porque, tal avaliação nenhum benefício traz para o candidato, nem importa em sua essência ou fundamentalidade na formação do profissional, e beiro ao exagero em dizer, que se trata de mais uma fórmula de se ganhar dinheiro à custa de um desproposital exame. Digo assim porque, vemos (o universo jurídico é quem se manifesta) proliferar dia após dia, magistrados, promotores, advogados que têm uma pós-graduação “dando aulas”, como se fossem eméritos professores. Não os critico por serem “atuais professores”, mas, porque, vulneráveis, franzinos e de parcos conhecimentos jurídicos, muitos sequer têm experiência de vida, e por isso, transmitem um sentimento metálico do direito, divorciado da emoção natural dos sentimentos de cada agente integrante da causa em seu exercício pleno. Ouvi de muitos sobre esse modo e método de interpretação, meus velhos mestres – Catedráticos em ciência jurídica. Atesto também, que nunca se poderá separar o sentimento da alma humana, quando da análise e julgamento de cada causa, porque, ela tem sempre como fato gerador o uso e o costume, a ação, a reação e a omissão, do ser humano, em qualquer circunstância e, por qualquer modo que ela surja, em todas as áreas que o direito seja exigido. Assim, não se observando tal parâmetro quase sempre resulta numa decisão injusta, eis que mal aferida, pois, vista sob os olhares da dúvida, da incerteza e até da ignorância do conhecimento, optando-se, por aplicar paradigmas ou semelhanças imagináveis e, que jamais deveriam ser capituladas ou sumuladas, tudo assim aplicadas, para “não se perder tempo”.-
Vemos em todos os anos, a vergonhosa (eu me reservo direito de declarar assim) “informação” pela Ordem dos Advogados do Brasil, anunciando com “inusitado prazer” que de dez mil, cinco mil, um mil candidatos ao exame da ordem foram reprovados;  
A situação é tão ridícula que a instituição, denuncia a reprovação em percentuais de 80%, 70%, ou sei lá quantos por centos, sustentando a bandeira da “transparência”, ao invés de “anunciar com cínico prazer”, porque, não fiscaliza as Faculdades-Financeiras, ao longo dos “períodos letivos”? 
Dirão-me os críticos, certamente, que “não se poderia invadir a interinidade escolar” para que se cumprisse essa meta preventiva, por um meio e modo, quiçá ser produzido através de uso de suas atribuições de fiscalizadora do exercício profissional, como “uma antecipação de tutela”, buscando pelo veio da legalidade, se necessário, autenticação legal, por substituição, ante as tantas leis absurdamente editadas, por esse, sempre “capcioso e politiqueiro” legislativo, para demonstrar a sua utilidade real em beneficio do povo. Por certo, esta seria uma lei aditada ou emendada ao EOAB – Estatuto da Ordem dos Advogados do Brasil, no sentido de lá na frente, cumprir sua grandiosa missão em beneficiar o interesse público, o coletivo. Deste modo, fiscalizadas as Faculdades, estas formariam sim verdadeiros profissionais do direito - advogados - e, criando base sólidas para o exercício pleno da advocacia, e de consequência, bons Promotores, bons Juízes, bons Desembargadores, bons Ministros, enfim, todos motivados e competentes, estruturados para dar produção e solução às lides, com um mínimo de compreensão razoável do que se deu às desavenças, o sentimento e a sensação de JUSTIÇA. O que vemos hoje, não é só a revolta do perdedor (nome absurdo que se dá a parte vencida), mas, também, a insatisfação do vencedor, porque, não se conseguiu o suficiente, o “inimigo” opositor à pretensão, culminando por desagradar aos dois lados. Afora outras inúmeras decisões, absolutamente estrábicas, descompassadas à lei, e com grave violação às regras ditadas na Constituição (Carta Magna), e, que hoje não passa de letra morta, em muitos casos “resolvidos”, lá pelos cantos dos juizados especiais, cujas decisões ditadas em nome da celeridade, oralidade, simplicidade etc.. Outrora, escrevi sobre a incompreensão de como os juízes togados, simples e cegamente confiam nos juízes leigos, homologando suas sentenças sem maiores exames ou indagações, ainda que, em afronta às normas infraconstitucional e constitucional, sem imaginar que, como irá sofrer o prejudicado e nas dificuldades na busca da reavaliação do injusto praticado.
Isso tudo, feito em nome da citada celeridade e de outros “benefícios” pertinentes aos juizados, mas, sobretudo, na elaboração do relatório percentualizado de demonstração de resultados, esquecidos da sua principal finalidade a de exame de causas sem maiores complexidade. Muitos casos, porém, levados a exame, são complexos. Não são observadas regras simples de natureza constitucional, e maior das vezes “resolvidas”, ainda que recorridas, nesse respeito, não se consegue modificar nas Turmas Recursais, e daí em diante, restando o quase impossível, buscar o beneficio do Recurso Extraordinário, minguado à mísera oportunidade de uma repercussão geral, quando não afastado na origem, por conta da ausência de requisitos. É muito difícil advogar, embora, o advogado possa usar de todos os seus conhecimentos, mas, sofre os estanques procedimentais no curso processual, e, para piorar a situação, ultrapassada aquela fase da decisão do juízo leigo, a parte vencida se quiser usar dos meios recursais, terá que dispor do pagamento integral de todos os custos judiciais. Endereço também, crítica à tabela de custas judiciais, editadas de forma confusa e complexa em seu preenchimento e recolhimento, e com a grave advertência de que é impossível o complemento deles nos Juizados, por conta de um simpósio ou reunião de juízes de juizados, embora, haja lei superior (federalizada) que assim o permita, de modo a adentrar àquela “via crucis” antes referida. Faço essa crítica, pois, o que mais interessa nessas soluções de lides, é a estatística dos tribunais, sua arrecadação, ainda que o desserviço seja tão escandalosamente, realizado. Lamentavelmente, é essa a caótica situação, e, estranho por qual razão, ninguém se levanta para gritar contra essas aberrações mercantilistas, ocorrentes, nesse exíguo processamento, e, na impossibilidade de se prestar a tutela jurisdicional em favor do Povo.-

Noutra crônica, escrevi a respeito da “ditadura dos impostos”, e máquina do judiciário também é parte integrante desse complexo ditatorial. Deste modo concluo, que com maior preparo jurídico, a meu sentir, que o “mundo jurídico dos processos nos juizados” resta inapropriado para o “consumo” do Povo. Pior ainda, está a Justiça comum, neste aspecto. Levanta-se e reclama-se contra isso tudo, mas, a impossibilidade de seguimento processual pela carência financeira, resulta, sobretudo, na afirmação de que o acesso a justiça esta cada dia mais longe do povo, por conta da deficiência estrutural, com base no fato gerador, cujo defeito vem desde a faculdade. As consequências de uma frágil instituição (OAB) pesam muito, na administração da justiça, aliás, ela fora criada com esse objetivo maior, mas, ao que parece e assim a vejo há algum, a terrível missão de “punir” advogados, por conta de sua própria ausência na participação na formação dos profissionais. A justiça do Trabalho, longe de ser uma instituição endereçada a resolver questões pertinentes a sua pasta, tornou-se verdadeiro balcão de negócios, primando sempre, quando da resolução nos embates trabalhistas, em dilacerar as empresas, sobretudo, excedendo em muito nos créditos em favor dos “empregados”, observando-se um protecionismo, criando rancores pela desproporcionalidade e desigualdade de tratamento. Há algumas décadas atrás, ainda se compreendia a necessidade de proteção ao trabalhador ao exagero citado, mas, hoje o que se vê, tão somente, a unilateralidade empregada, direitos inexistentes consolidados sem prova efetiva de sua ocorrência, porque, resta a cargo do Empregador demonstrar de forma individualizada o rebatimento às pretensões trabalhistas requestadas, contudo, ainda assim, dificilmente compreendida, porque o empregado (não o trabalhador) tem sempre razão, embora de péssima qualidade e qualificação. Isso porque, grande parte dos juízes do trabalho, quase sempre arrogantes, pelo poder da pena que se lhes conferiu, e, se mantém ainda, como verdadeiros “cobradores de impostos” do Governo, efetivos fiscalizadores e “punidores” daqueles que, sobrecarregados com impostos, taxas e outros encargos que de outra banda os Governos se lhes impõe, outra alternativa não têm os empregadores, senão, “fechar suas portas”, e demitir seus empregados, e como sempre acontece, ficam sendo acionados por direitos “adquiridos” na sede dos juízos. Sequer em algum momento, são apreciadas as condutas dos empregados. A falta de cumprimento de suas obrigações para com o patrão, até mesmo na produção e no seu emprenho, sequer se pode cogitar, porque, logo afastadas por não servirem de critério para ao menos, “suavizar” o encargo condenatório. Termino, pontuando, que se há de levantar uma bandeira de “ajustes” no sistema judicial, procedimento, formação profissional, de modo que, a chancela do cumprimento do dever legal na prestação jurisdicional seja ao menos, justa e equitativa proferida apenas nos termos da lei, sempre acompanhada da sensibilidade e razão, nunca de uma lógica imaginária da cabeça de cada um. Bom senso, e imparcialidade. Quem tiver ouvidos que ouça.-

sábado, 21 de setembro de 2013

ESTÁ NA HORA DO POVO REAGIR.
A cada dia que passa a sociedade, embora sinta o terror crescendo de altas no custo de vida, não reage, porque ao protestar contra tal carestia, o “governo” reage de forma abrupta e incisiva, criando novo imposto. Fui como sempre tem acontecido, surpreendido com a burocracia para “legalizar” meu veiculo junto ao DETRAN-RJ. A “coisa” começa assim: Agendamento via internet. Antes é preciso que você informe sua área (seu endereço) e próximo a você há um Posto de Vistoria e Transferência. Adquiri um veiculo numa agência de automóveis, dando o meu velho carro e completando com crédito do consórcio. Então, tive que pagar: Duda de transferência de propriedade; Duda de Troca de placas refletiva; Duda de transferência de Município; Duda de Inserção de gravame; O tal Duda significa Documento único de Arrecadação, como se vê, o único são quatro! Afora tais taxas, paguei o IPVA, registro de contrato em Cartório, reconhecimento de firmas, Autenticação, enfim, paguei tanta taxa e imposto que quase alcançou a marca de 10% do valor total do veiculo. Coisa absurda. As imposições de tais encargos sobre o Povo em ritmo alucinante, e, ninguém se rebela, e ninguém protesta. A coisa assume tamanha proporção, que acho que ninguém percebe ou age sobre nossas cabeças tal qual o sol impertinente, e cáustico que vai, nos cozinhando os miolos de tal sorte, que ficamos atônitos, sem reação. Olha que se paga Imposto de Renda; Imposto Territorial Urbano; Imposto sobre serviços, Imposto sobre Circulação de Mercadorias, Imposto sobre Produtos Industrializados; e inúmeras taxas administrativas, algumas delas posso citar de pronto: taxa de embarque, taxa de limpeza urbana; taxa de iluminação pública; taxas de matriculas, tarifa de passagens, tarifas bancárias, tarifas administrativas etc. Dá para perceber que nós – o povo – que movimenta essa máquina azeitada de fabricar dinheiro, e só recebemos de um único empregador. Porque, nossos políticos – me recuso a chamá-los de profissionais – a quem cabe a feitura de leis, não projeta o IMPOSTO ÚNICO? Que o governo arrecadador assuma logo esse papel! Tributar uma única vez, e, para melhorar seu controle administrativo, que aplique uma percentualização (30 ou 40% dos salários recebidos)em pagamentos mensais, ou em doze (12) parcelas, e assim, preste os serviços públicos (todos) de forma “gratuita”, quero dizer, sem cobrar mais qualquer taxa, tarifa ou imposto. No que respeita a Saúde, ressuscite os antigos Institutos de Aposentadoria, pois aqueles, ao que lembro não se encontravam endividados ou em déficit, e seus hospitais eram eficientes, abundantes em medicação, pronto socorros, cirurgias, médicos e enfermeiros, e só deixaram de existir, porque o GOVERNO achou que seria mais um veio de enriquecimento e que serviu de locupletamento ilícito de muitos de seus “diretores” e outros beneficiários, “aposentados”precoces, como LULA, entre muitos outros; Não se precisa ir longe, basta ver os postos de atendimento da Previdência, onde se faz pericia-médica. Humildes trabalhadores que estão em auxilio-beneficio, doentes portadores de ataques sincopados e AVCes, têm que comparecer à fisioterapia para recolocação profissional, e o LULA com a perda de um dedo mínimo, restou incontestavelmente aposentado, e, ninguém tomou qualquer providencia. Essas desigualdades que apresento não se acham “assim do nada”, elas estão por ai, pululando, gritando, mas, qual o quê, onde estão as Autoridades Judiciárias? Cadê o Ministério Público Federal ou Estadual? Porque eles se incomodariam, com essa “gente alta”? Mas, olham para “baixo”, pois, algum trabalhador, cansado e torturado por anos a fio a pagar extravagantes impostos, se aposentou com um salário melhor, tem que ser examinado dos pés a cabeça e se assim ocorreu já no seu final de vida, é literalmente processado por crime previdenciário, apropriação indébita, porque, aposentado com salário superior ao que recolhia, mas, ainda assim, em poucos anos tem seus minúsculos salário de aposentado, diminuído ao torpe e mísero que mal lhe dá para sustentar seus últimos dias de vida. Essa é a nossa realidade: A DITADURA DOS IMPOSTOS, DE UM GOVERNO CONTÍNUISTA QUE SE DIZ “DEMOCRÁTICO E SOCIAL”. Danem-se vocês, traidores da Pátria, vendilhões da moralidade, da dignidade humana, corruptos e corruptores, violadores da confiança do Povo. Ainda há tempo para uma reforma política, desde que se faça com a mente voltada para o beneficio do POVO, literalmente dedicada à EDUCAÇÃO, base fundamental para se ter SAUDE; E principalmente, reduzir ao menos pela metade a EXTORSÃO FINANCEIRA que se submete o POVO. Vamos acordar POVO DE DEUS, reagir se pode; E, devemos, desde que ordeiramente, porque, DEUS existe e está do nosso lado, não gosta de guerra, de sofrimento e de dor, razão maior para se pensar “grande”, e, UNIDOS até mesmo por redes sociais, sem permitir que vândalos entre em nossas fileiras, RECLAMAR, EXIGIR em troca da exploração, MUDANÇA JÁ, com coragem e destemor. Algum tempo atrás, demos inicio a essa JORNADA, mas, infelizmente com acessos de ira e vandalismos, o MOVIMENTO SE PERDEU, a tal ponto que, até a JUSITÇA DOS HOMENS, está claudicando de forma serial, aqui, ali e acolá, há o continuísmo do favor e desfavor, agrados políticos e decisões politiqueiras, a que tudo chamo de CONTINUIDADE COVARDIA CONTRA O POVO E SUA PRÓPRIA EXISTÊNCIA. Vamos levantar NOSSA BANDEIRA, a da SOLIDARIEDADE E DA IGUALDADE consagrada na nossa LEI MAIOR contra o VANDALISMO MORAL QUE ASSOLA O PAÍS; a da FRATERNIDADE saída do sofrimento e da VIOLÊNCIA CONTINUADA que nos bate à porta todos os dias, em qualquer de nossas cidades, arrebatando nossas crianças e jovens, porque o DESGOVERNO é imensamente voltado para os LUCROS DESENFREADOS movidos pela AMBIÇÃO desordenada e limitada a seus elos pessoais de seus redutos. Creio que fui abrangente em dar minha contribuição modesta, apenas para ACLARAR aquilo que acontece em nossa NAÇÃO e tão perto de cada um de nós. Não esmoreçamos, e, se cada um de nós do POVO começar sua campanha de moralização dos PODERES em nossa casa, na vizinhança, aí se fechará o CERCO, e os MAUS GOVERNANTES e OS CORRUPTOS terão que sair de circulação e se sucumbirão na própria LAMA MORAL, afogando-se em seus próprios desatinos, isolados e mortos pela descrença popular.

sábado, 11 de maio de 2013

MÃE - UMA SANTA NA TERRA

A onze dias, exatamente minha saudosa mãe, se viva nesta terra, estaria conosco comemorando seu aniversário, cujo dia de seu natalício me lembrei com uma oração endereçada a DEUS para que a conserve junto a ÊLE - todo poderoso, porque sei que lá está vigilante e cuidadosa, como sempre, em todo seu tempo terreno, com seus filhos, parentes e amigos, aos quais também cuidava com imenso carinho maternal. Digo assim, porque minha Mãe tinha um AMOR amplo, o fora do comum, sempre muito aberto e de amparo a todos que a cercavam, sem que importasse ser seus rebentos sanguíneos  ou, seus parentes próximos. ELA tinha uma visão de AMOR indiscutível e caritativo, que não esperava ninguém pedir socorro, e pronto, estava ELA ao lado para prestar incondicionável apoio e muitas vezes, quero dizer, quase sempre, com solução e não só apoio para os problemas mais difíceis que se lhe apresentavam ou até mesmo ao que tinha conhecimento. Esta carinhosa e amorosa HELENA MARIA PEREIRA, a quem faço questão entre lágrimas, de escrever sobre quem me traz tanta emoção e saudade, embora por essas considerações que ora faço, em sua homenagem ao dia das Mães, de certo muito pouco, ouso dizer por meus simplórios palavreados inatingíveis ao seu merecimento, mas, com profundo Amor filial que ainda lhe rendo, pela saudade ou pelo encantamento devotado a beleza de sua alma. Se DEUS me deu visão de alguma perfeição humana, assim o fez na representação de meus PAIS - o velho OTTO PEREIRA - este que apaixonadamente viveu amando e respeitando HELENA, numa união de fazer inveja ao que chamamos de AMOR CONJUGAL. Sei minha MÃE, que é muito pouco para homenageá-la, mas, VOCÊ ainda está tão viva em minha alma, em minha saudade, que não canso de reverenciá-la por tudo que faço no meu dia a dia. Até lembro do som de sua voz, de seu rosto puro e límpido, sempre alegre - apesar das imensas dores - que sua doença nos tirou do convívio terreno, embora crendo, que tais males em nada tenham interferido em sua caminhada, por crer que DEUS nos limita no tempo e na hora de sairmos dessa vida. Sei também, minha doce MÃE que estás aí, na beleza da proteção divina a nos vigiar e clamar a DEUS para nos proteger juntamente com seu velho OTTO, com aquele rostinho candidamente celestial - à espera que nos comportemos de acordo com seus ensinamentos e de chegarmos em algum dia ao lado de VOCES para festejarmos e glorificarmos ao PAI ETERNO. Sua benção minha MÃE e ore por nós todos os dias de nossas vidas, porque estes serão verdadeiramente O DIA DAS MÃES. Peça a DEUS que abençoe todas as mães na terra, enquanto nela viverem, por obra e graça de DEUS. um imenso beijo de saudades.

PENEIRA DO VASCO - FRAUDE OU ENGODO


PENEIRA FUTEBOLÍSTICA NO VASCO DA GAMA

Meus amigos leitores constatei em data recente, o que é a PENEIRA FUTEBOLÍSTICA “pessoalmente” no Centro Técnico do CLUBE DE REGATAS VASCO DA GAMA em ITAGUAÍ – cidade do Sul Fluminense, e posso afirmar com toda segurança que trata-se de um verdadeiro engodo, autêntico “engana trouxas”. Digo isso e dessa forma, porque ao inscrevem “os candidatos ao teste” jovens que variam idade entre 13 a 17 anos (1995 a 1999 e ou até 2000) cheios de sonhos, que se submetem a tal peneira, marcada para chegarem as sete da manhã e ou, à uma e meia da tarde, para durante três dias-teste, ao preço de R$ 40,00, considerando, sobretudo, que todos portam seus materiais – chuteira, caneleira, meião, calção e camiseta. Interessante frisar que a quantidade de inscritos gira em torno de oito times armados na hora da preleção, sendo oito times de manhã e oito times a tarde. Assim, considerando a quantidade de inscritos (176 garotos) multiplicados pelos quarenta reais, o Clube Vasco da Gama arrecada em torno de R$ 7.040,00 (sete mil e quarenta reais). Pois bem, isso não seria significativamente fraudulento, se os “professores-técnicos”, e seus “assistentes” não procedessem da forma cínica e covarde com os ditos meninos e seus responsáveis, estes ficam horas ali, distantes dos campos de treinos de modo que em nada interfiram, (acho até justo e lógico esse distanciamento) então, ditos técnicos “ficam” literalmente assistindo do lado de fora do campo, como mero observadores, pois, sequer portam uma prancheta ou papel para anotações. “Essas observações técnicas”, sobre os garotos e suas qualidades, dificilmente  são “notadas”, pois, todo o teste é realizado sem qualquer numeração ou outro modo que se os identifique, então, é quase impossível conhecer as qualidades de cada um, nos parcos 20 ou 30 minutos de “verdadeira pelada amontoada” já que entram em campo, cada qual na posição declinada, tudo, sem a menor organização ou orientação. Nesse “teste” acontecem situações minimamente estranhas e reprováveis. Os meninos logo que escalados e divididos em 11 para cada lado, e depois de jogarem vinte/trinta minutos, os  testes são encerrados, e no teste final estes garotos têm que ficar sentados até o término dos treinos dos oito times à beira do campo, até ouvir a decisão final – APROVADOS OU DISPENSADOS. Entrementes, após os outros dias de  treino são dispensados para novamente estarem nos horários marcados para o dia seguinte, e ao final desses três dias ,e do “expediente” sob sol forte da manhã e da tarde na região de Itaguaí. Ao serem “literalmente” rejeitados por essa “estranha peneira” de 176 meninos, menos de 20 dentre todas faixas etárias referidas dos meninos, são “aprovados”. Pior ainda, é que tomamos conhecimento pelos próprios, em conversa sobre o resultado,  destaca-se a revolta-silenciosa, porque, no momento da preleção inicial, são questionados “quem os indicou” para fazer o teste. Esse tal Q.I. (quem indica) é a prévia indicativa que serão observados com maior interesse. Tal situação mais tarde, é resultante da “aprovação” dos candidatos indicados – passam no teste “esses indicados” - e declaradamente, na frente dos demais dispensados, é dito a tais, que terão que comparecer no dia seguinte para disputar uma partida com os “já federados”, ou seja, atletas já vinculados na Federação Carioca. Pois bem, aqueles meninos sonhadores em passar pela “Peneira”, meio que desconcertados e decepcionados com a decisão dada por tais “professores-técnicos”, com suas rejeições, apesar de muitos entenderem que fizeram “bom teste” e aguardavam ansiosos por uma aprovação, ou até mesmo, por um mísero elogio, e conseguiram apenas, um “agradecimento por comparecerem”, acho mais pelo que pagaram do que o verdadeiro agradecimento presencial, e saem sem qualquer esperança de um novo teste com tempo suficiente para “mostrarem serviço”, sem acreditar como foram reprovados, se sequer eles (professores-técnicos) tinham feito quaisquer “anotações de suas atuações nesses três dias de testes”. Muitos desses garotos, sequer tinham recurso financeiro para despender os R$ 40,00, pois, suas mamães e papais tiveram que suprir, quem sabe, até mesmo uma compra de alimentos, mais consistente, mais nutritivo e que custa mais caro, na vã tentativa de ver como resultado o inicio do grande passo a realização do sonho do seu menino. Tudo jogado fora em apenas três dias. Sonho de um futuro bem remunerado, quem sabe entre aqueles dispensados, não estariam grandes craques, mas, por conta de uma estúpida ambição financeira, para cobrir gastos de aluguel do Centro Técnico e “funcionários”, pouco importando o abortamento do sonho de cada menino-sonhador. Destaco aqui, que presenciei muitos meninos com habilidade sobressaírem nos testes, contudo, os vi também, ao final do terceiro dia, irem embora, cabisbaixos e tristes, pois, reprovados, não tinham indicação de alguém. Pergunto-me: qual o critério, que os tais técnicos-professores usaram na escolha dos aprovados? Sinceramente, sou advogado há mais de 45 anos, tenho 67 anos de vivência nesse mundo de Deus, lecionei por alguns anos, sou viajado e conheço muitas cidades e seus sotaques e suas gentes, nesse Brasil – continental, carrego comigo experiências políticas, joguei futebol amador em diversas modalidades (campo, salão e areia) representando diversos clubes, e associações esportivas, jamais vi tanta “sacanagem”, (perdoem-me o termo, mas, é o mais apropriado ao momento) com aqueles pobres meninos. Quanta maldade, e por certo o ilustre Presidente do Vasco, como repetição do ex-Presidente LULA, também, não deve saber de NADA o que acontece em seu Clube, ou nesse Departamento, apesar das inscrições serem feitas lá mesmo, em São Januário- sede do Vasco da Gama. Anteriormente falei sobre o CINISMO E A COVARDIA dos técnicos-professores da vergonhosa PENEIRA, porque, em VINTE ou TRINTA minutos não se avalia ninguém, ainda mais, em três dias. Enquanto uns jogam, outros ficam sentados no gramado atrás do gol, sem qualquer aquecimento, ou cuidado especial de algum preparador físico. Na visão profissional o craque ou atleta, começa exatamente em quinze a vinte minutos se aquecer para entrar literalmente na partida, aliás, é o que vemos em todos os campos do mundo do futebol, mas, ali não aconteceu isso, pois, ao apito final do “juiz-membro da seleção-peneira”, outros dois times, já entram em campo e se preparam para o inicio de “outra partida”. É a parte avaliatória. Absurda e inútil, porque, ninguém avalia nada, absolutamente nada, por certo, somente, o “quanto entrou no Caixa do Clube”, para pagar o uso e conservação da grama do Centro Técnico, ou talvez, a limpeza do vestiário, onde os pobres meninos trocam de roupa.- O que mais dói ainda, é que o Presidente do Clube Vasco da Gama, também político, e eleito pelo povo,  não deve saber que isso acontece sob suas vistas e administração, uma “peneira” politiqueira, vazia e desestimulante aplicada duramente sobre jovens que exauridos em suas forças, apresentaram suas qualidades e técnicas em míseros trinta (30) minutos, sem serem literalmente percebidos, porque, os INDICADOS por uma política barata e imoral, já estavam “aprovados” desde muito antes de por o par de chuteiras e adentram ao campo de teste. Preciso Sr. Presidente ROBERTO DINAMITE, tomar as rédeas, e de cartão vermelho em mãos expulsar os técnicos-professores lá do Centro Técnico de Itaguaí, onde o Sr. Paga o aluguel, e aos benditos “examinadores”, para que se ponha um basta, na exploração dos pequenos e seus pais. Que minha manifestação seja um alerta, um chamamento de atenção, de modo que se ponha um ponto final, nesse comportamento que entendo como criminalista que sou, verdadeiro ESTELIONATO.-

sábado, 14 de abril de 2012

A INSANIDADE DOS HOMENS DA CAPA PRETA

Meus caros leitores e seguidores: A pouco tempo, venho escrevendo sobre o que falta aos homens do judiciário, a começar pelas decisões judiciais a cada DIA mais, desvinculando o homem da sua natureza divina. O complexo da constituição humana por si só revela a intimidade da criação do homem por DEUS. É muito difícil para nós Católicos aceitar essas condutas, provindas e ditadas como regra geral de conduta, por homens que por seus avançados conhecimentos das normas jurídicas, e dação de DEUS que lhes dotou de inteligência captativa e interpretativa das normas e na confecção delas para ajudar a humanidade a conviver pacificamente, e em respeito mútuo, vêm desencadeando legalizações de comportamentos visceralmente criminosos, abrandando a rejeição de uma maioria preservadora e crente nas ordenações divinas, metalizando religião e crença, como se tudo nesta vida, é absolutamente desprovido da influência de DEUS na realização do dia a dia e das coisas, sem reprovação. A caminhada deles advém de outras datas: O sinal começou com o divórcio, castrando o casamento, e pondo o católico menos desavisado à margem da igreja e de seus princípios institucionais, mormente o afastando da eminência de percepção do pão sagrado. Em outra aprovação de regra social, que vai passar ao longo dos anos desapercebida, e a união homo-afetiva, estupida e flagrantemente ofensiva à obra do criador. O fato da igreja perdoar tais comportamentos, não significa que odeia ou restringe os filhos de Deus pelos maus caminhos escolhidos ao seu alvitre, na sua individualidade e por sua pessoalidade distorcida, nem tão pouco, se lhe autoriza estar em comunhão com sua conduta, avessa à ordem da Criação. Muito já se discorreu sobre o assunto, e até mesmo, restou inserida na Carta Constitucional da Republica Federativa do Brasil, que ninguém poderá ser discriminado por credo, religião, sexo, etc., mas, no espirito do legislador não havia intenção em qualquer reconhecimento a essa nova opção sexual, parte estendida na particularidade fora do homem e da mulher, apenas, por uma adequação positivada pelos homens da Lei, porém, que fique claro, fora da ordem divina. E perdoar, como dito acima, não significa que se aceita, e que se autoriza o avanço dessa opção, que hoje se alastra com tal contundência que nos permite vaticinar que a nova Sodoma e Gomorra está se reeditando sobre a face da terra. A Lei também expressa em seu conteúdo, e parece que muitos não estão se alinhando, que de um modo geral, também, não somos outros obrigados a aceitar tais modernismos e opções, porque, estaríamos ao oposionado em nosso direito discriminatório contido na mesma regra constitucional, pois também seremos discriminados  por estar no lado oposto. Vale aqui lembrar a manifestação de CRISTO à MADALENA: Vá, e não peques mais! Agora no advento da nova afirmação e legalização do aborto de anencéfalos, outra forma da variação do aborto não criminoso já autenticado pela Lei Penal, vem ratificar a quanto anda o homem afastado de DEUS. E isso é dito e declarado com cinismo tal, de renuncia à verdade e a natureza divina, da constituição humana, que hoje, homem quer acostumar a manobrar o direito à vida, pela percepção de deficiências inerentes à razão de viver e da própria existência humana através de aparelhagem cientifica, sendo de pasmar, que na autenticação desses avanços tecnológicos, sinceros estudiosos, afirmam e asseguram que NÃO HÁ SEGURANÇA TOTAL E NEM CONFIABILIDADE NA INFORMAÇÃO PRODUZIDA PELOS APARELHOS TÉCNICOS - CIENTÍFICOS. Pois então, se não há essa segurança, porque dar atenção e legalidade de um ato, cuja duvida cientifica, resta à dependência do cumprimento do tempo estabelecido pela natureza. Não nos parece que estamos encaminhados a uma rotina de carnificina? Será que meditaram na possibilidade da evolução dos erros médicos e de seus nobres instrumentos? Porque materializar uma hipótese. Há porém, no ar tempestuoso do momento aprovativo dessa mais uma decisão monstruosa prolatada pela Suprema Corte, ao desaviso que são eles produtos da criação divina, que a todo tempo, em seus estudos e relatos, se permitiram o direito de afastar esse lado religioso, como se houvesse algo nesse mundo que pudessem fazer sem que DEUS tome conhecimento, uma certeza que vem se revelando a cada dia, O HOMEM ACHA QUE PODE VIVER SEM A PRESENÇA DE DEUS. "pobres diabos", como se dizia antigamente de alguém, que vivia em estado miserável, aqui, redenominados por mim, pela absoluta demonstração da ausência de DEUS em seus comandos. Se nós percebermos por outra ótica, esse comportamento dos Ministros da Côrte Suprema, a decisão de "permissão do aborto de anencéfalos" advinhados por sua existência pela equipagem eletrônica-científica, sujeita até mesmo, a divergências por ineficiência de seu uso ou por contratempos, até mesmo pela interrupção da força energética, convenhamos, que foram por diversas vezes citado, que "afora qualquer sentido religioso" à consideração, porque os homens lá trasvestidos de uma autoridade sobre um povo (não, o de DEUS, certamente) que passará a rir e dispor de uma ordem sobre a vida, disponibilizando sobre a vida de outrem, para lhes satisfazer o egocentrismo do poder faraônico, confirmando e ratificando, que podem ser donos da vida. Não pensem Eles-Magistrados, que esqueceremos esses episódios, essas malfadas e materializadas ordens judiciais, mais criminosas (religiosamente falando) do que as pessoas que praticarem o aborto(em todas as suas modalidades) que não mais são crimes pela Lei dos homens, porque a Igreja continua na sua luta, pela evangelização, cultuando as pessoas sobre as ordens divinas, para que se abstenham, embora autorizadas pela Lei dos Homens, de praticar esse hediondo crime, contra a vida e contra o direito de nascer. Não é preciso amigos leitores e seguidores se escandalizar, mas, unirmo-nos num grandioso elenco, e dirigir a esses magistrados "donos da verdade absoluta" que acham que têm, e que não acreditam verdadeiramente que DEUS é o dono da criação e das criaturas, para lhes lembrar, enquanto podem, que devem se retratar ante DEUS, pedindo-lhe luz e orientação, para que não venham mais cair na tentação de se acharem maior que ÊLE, ou se assemelhar a ÊLE, em seu poder e força, para que não sofram depois, a verdadeira sentença expurgatória à paz plena na eternidade, com a consequente condenação às escâncaras do inferno. Fiquem bem cientes, esses hoje ilustres magistrados, outrossim, que embora a igreja e seus fiéis, agora ultrajados em sua crença, e pela péssima conduta doutrinária que acabam de instalar, promanada  por seus punhos, com certeza estamos em vigília e oração permanente à DEUS, para que lhes perdoe esses gravíssimos pecados contra ÊLE que é a própria vida; e que ÊLE do alto de sua misericórdia, acolha nossos pedidos de perdão. Enfim, por caridade Senhor, perdoe esses insanos homens de capa preta, tão mais doentes e deficientes (moral religiosa) quanto àqueles desprovidos de massa encefálica, contra os quais autorizaram o extirpamento da vida com vida, cometendo  o crime  de verdadeira exclusão, cujo ato é vedado pela Constituição Federal. Perdão Senhor,  porque realmente, ELES NÃO SABEM O QUE FAZEM !. um abraço e até a próxima.-

OS ERROS E OS GOLPES DO JUDICIÁRIO

  • Meus amigos e leitores, existem coisas desconhecidas do público, e que acontecem nas entrelinhas dos processos, dos processamentos; Por isso, aproveito o momento que se oferece, por estar em pauta, procedimentos apuratórios contra juizes e serventuários, na busca de uma razão plausível e justificável para o enriquecimento de alguns. Muitas coisas se sabe, que tais ações e medidas imorais, e até criminosa, sempre ocorreram, e quase sempre restavam sepultadas, pelo protecionismo e ou pelo favorecimento, até mesmo daqueles que tinham a obrigação de denunciar e punir; Por certo, pois, ninguém tinha coragem de revelá-las; Segundo porque, quem sofria a amarga decepção quase nunca tinha recurso para se insurgir contra tais decisões; E, finalmente, nas instâncias superiores as coisas sempre eram "abafadas", ou seja, "proibidas qualquer divulgação", e assim, jamais chegariam a Público. Mas, meu amigos e Leitores, estamos apenas numa fase inicial, engatinhando nesse perigoso terreno, pois, ao que parece, corrigir uma estrutura viciada dos favores, das influências, dos jeitinhos, além de levar tempo, os percalços e obstáculos no percurso para moralizar e promover uma limpeza no Judiciário, serão grandes, quer pela longevidade de suas ocorrências, quer pelas raízes profundas, que certamente dificultara esse árduo trabalho de moralização. Mas, ainda que sob tensão e pressão, com grande influência da politicagem, fraudulenta, operosa e protecionista, muitos atos arbitrários, ilegais e desonestos serão cometidos. As decisões de favor, principalmente, serão dificeis de serem estirpadas, pois, elas já fazem parte do "sistema social", do jeito de ser protecionista, de "concessão de privilégios", beneficios que se tornaram uma "quase" imposição, para quem assume "cargos públicos", daí gera a obrigação encarnada do vicio parental de proteger primeiro os seus, depois, os amigos, enfim, o atendimento, uns podem até não ter como finalidade a vantagem financeira recompensatória, mas, trazem um cunho imoral, porque, tira de outrem a chance de concorrer ou obter uma decisão justa e certeira. Existem até mesmo, decisões, que sub-ocultamente, trazem consigo interesse e objetivo direto, que fica adormecido por muitos anos, e só depois de tempos, é que afloram por denuncias anônimas, e chegam com grandioso estardalhaço ao conhecimento popular, porém, preclusos. Há ocorrências que juízes em afronta a seu juramento, quiçá para permanecerem em seus cargos, proferem decisões favoráveis aos governos, algumas absurdamente protecionistas em desprestígio ao direito do cidadão, que por muitos motivos, já sangrados pelos escorchantes e excessivos tributos,ocorrentes somente em nossa nação, se vêm lançados à bancarrota, ou insolvência, porque os juizes têm que condenar à miséria os contribuintes a esse preço, porque são juizes "empregados dos governos" e não dos contribuintes que com os impostos lhes paga o salário. Felizmente, aqui e ali se descobre, as falcatruas, os atos fraudulentos, as manobras escusas, todas legalizadas pelo politico Judiciário, mas, tal avanço ainda é muito pouco, para consertar não só as coisas erradas do passado, sobretudo, providencias para o que continua ocorrendo. É preciso antes de mais nada, arranjar uma solução para acabar com os concursos para o cargo de juiz de direito, e vedar as influências pelo monitoramento indireto dos concursinhos das pegadinhas, e das provinhas, que nada aferem para avaliação da cultura jurídica dos candidatos ingressantes à carreira da magistratura, bem assim, porque é visível e sentido que o acesso ao cargo, está há muitos anos se dando aos perseguidores do bom salário, estabilidade e vitaliciedade, sem qualquer experiência de vida, estabilidade emocional, e conhecimento efetivo do direito; Na verdade esses aprovados, quer pela esperteza da descoberta das respostas gabaritadas, ensinadas nos cursinhos, quase sempre contendo professores-desembargadores de carreira, ou ainda, os beneficiados por algum prestigio por pertencerem a família de governantes e políticos, os quais com o decorrer - quase sempre no dia a dia - acabam por revelar tais verdades de suas incompetências, calcadas em decisões fantasiosas, ou ridiculamente elaboradas por assessores, ou por disparidade à Lei e à ordem jurídica, razão pela qual, enchem-se as Instâncias Superiores com inumerados recursos. O certo é que, estamos vivenciando esse hiato cultural, criado pela implementação dos cursinhos preparatórios, exames da ordem e outros mais, para justificar a  presença do profissional no mercado de trabalho, tendo como começo de tudo, o mal formado desde a universidade, onde se tem como pronto um "profissional" incapaz, ao reverso de antigamente, quando o formando saia dela (faculdade), já tinha pronto à sua espera um escritorio de advocacia, para a pratica efetiva das coisas e das causas, abalizado por seu aprendizado, nutrido em conhecimentos basilares, no minimo bastante, para representar o cidadão na defesa de seus direitos e das obrigações a impor ao judiciário o cumprimento das leis.Ainda temos tempo, para rever e autorizar essas mudanças. Tecnicas do passado na formação de bons profissionais ainda é uma garantia da realidade esperada, basta vontade politica, mas, politica séria e honesta, voltada para mostrar um judiciário integro e consciente de suas funções, sem medo de ser em algum ponto futuro, sermos exemplos de nação ordeira e progressista, mas, com elevado moral e dignidade sem par. até a próxima, um abraço. Raimundo Januário.