quinta-feira, 2 de janeiro de 2014


                                                   OS SANTOS NATAIS    

O NATAL é assim chamado porque se fixou o NASCIMENTO DE UM SER HUMANO ESPECIAL - JESUS CRISTO - FILHO DE DEUS HUMANADO. Outro significado expressivo se dá para as datas de nascimento das pessoas - NATALÍCIO. Assim o NATAL passou a ter outros significados comemorativos, além da principal causa e efeito, que é o nascimento do CRISTO JESUS.Como recordação desse nascimento atribui-se a oferta de presentes, como tal ocorrera, segundo os escritos antigos, quando os Reis Magos ofertam ao nascido JESUS CRISTO presentes - Ouro, Incenso e Mirra, após terem sido atraídos por um estrela que os guia até a Gruta em Belém de Judá. Pois, daí ao comemorarmos o NATALÍCIO DE JESUS CRISTO, a humanidade passou a fazer uso da troca de presentes, mas, quase sempre esquecendo-se que a principal motivação do NATAL é a comemoração do NASCIMENTO DO SALVADOR DA HUMANIDADE. DEUS em sua infinita misericórdia e magnitude decidiu que a humanidade estava tão corrompida e desviada do caminho para o qual fora criada, e os "pecados" haviam assumido o lugar da "ética, da moral conceitual, e, principalmente, pela materialização do homem", em detrimento da principal causa de sua criação - ADORAÇÃO E LOUVOR - VENERAÇÃO AO CRIADOR. Por isso, que esquecida a humanidade, passou a dar valor aos bens materiais, a degeneração moral, e a ambição desenfreada pelo dinheiro, principalmente, e quase sempre, sem um gesto de GRATIDÃO. Até mesmo pelas etapas de enriquecimento ocorridas, a falta de GRATIDÃO, de AGRADECIMENTO - LOUVOR E ADORAÇÃO, levou DEUS a mostrar através de seu Filho humanado, transmuta-se aqui pela corporificação humana o ESPIRITO DE DEUS na exemplificação antecipada de sua IMAGEM E SEMELHANÇA, nos dando JESUS CRISTO - DEUS feito HOMEM, cujo desígnio foi dar a HUMANIDADE O ESPIRITO DE AMOR DIVINAL COM ENSINAMENTOS DE AMOR AO PRÓXIMO. Muitos conseguiram compreender tais ensinamentos, e os que compreenderam trataram de perpetuar esses ensinamentos diretamente dados por DEUS, descrevendo com rara iluminação para que gerações vindouras aprendessem que só o AMOR DE DEUS nos bastaria para vivermos felizes, no entanto, a humanidade continuou em sua sorrateira intenção de exercer a ambição como pressuposto de superar ao próximo, com riquezas mundanas, e exercer assim, como uma substituição do próprio DEUS, o "COMANDO DA HUMANIDADE", com ações até mesmo exterminativas àqueles que lhes servia de óbice. Assim caminhava a humanidade, até que DEUS intervem diretamente e envia seu FILHO, cujo nascimento é de comemoração no mundo inteiro, apesar de ainda, alguns teimosamente não aceitem a vinda desse único MESSIAS - nunca compreendi por qual razão - embora, tenha opinião formada, mas, deixo de emiti-la, por ser bastante radical tanto quanto àquela dos que ignoram a vinda do MESSIAS - JESUS CRISTO NOSSO SALVADOR. Esse desvio interpretativo e de conduta cruel da humanidade, que a história da Igreja Católica conta através dos escritos bíblicos, na maior exemplificação de SODOMA E GOMORRA, que hoje se pode observar sua repetição, quanto aos efeitos morais e denegritórios das condutas humanas. Ambições, ódios, vinganças, traições, pedofilias, pederastias, transmutação de sexos, prostituição, degeneração total da moral humana Cristã. Eis o perigo de novo, eminente ao mundo atual. Lemos dos escritos antigos - era Romana - que haviam sinalizações dessas condutas humanas radicalizadas, e expressivamente reveladas, como pederastias, assassinatos de infantes, abortos num crescendo, cada dia mais aperfeiçoados, técnica e materialmente, onde quase sempre o dinheiro suplanta e sufoca o direito à vida. Tal materialização e decadência do moral humano, avançou tanto que a exploração do ser humano tornou-se um imperativo ao lucro desenfreado, estendendo-se por esse veio aos demais tratamentos das doenças humanas. A HUMANIDADE simplesmente passou a viver estritamente do capital, da festa, das bebidas e comidas. Os sentimentos de CARIDADE, PIEDADE E COMPAIXÃO HUMANAS ensinadas por CRISTO JESUS só não caíram em desuso, por conta de algumas ALMAS PIEDOSAS aliadas ao movimento de IGREJA com suas PASTORAIS que distribuem alimentos, roupas, medicamentos etc., além de outros serviços de auxilio aos necessitados, cuja obrigação caberiam ao Estado-Nação, oportunistas como sempre, que NÃO se incomodam com o POVO, não como Moisés que dirigia o Povo sempre em busca de sua Salvação e da terra prometida, enriquecida por DEUS, mas, com a ressalva de só seriam merecedores dela (terra) caso respeitassem as suas LEIS, tal como a Nós, que recebemos o legado Bíblico e através dele, estabelecermos por orientação da Igreja, as normas de conduta. Mas, os Natais comemorados por Nós como ANIVERSÁRIOS, fazemos festas e mais festas, mas, a maior comemoração deles, DEVE começar com uma SANTA MISSA, cuja celebração, SEMPRE revela A GRATIDÃO A DEUS pela renovação e continuidade da VIDA em nossa peregrinação terrestre, e, sobretudo, porque ali, celebramos também, a VIDA E A SUPERAÇÃO DA MORTE  por CRISTO JESUS, para nos mostrar exatamente isso, que devemos construir um caminho para a CELEBRAÇÃO ETERNA onde haverá sempre, um lugar de comemoração com permanente LUZ, PAZ E REFRIGÉRIO, e sobremaneira, diante do maior presente que se pode receber a VISÃO DO DEUS PAI TODO PODEROSO, face a face. AI sim teremos o MAIOR E ETERNO DE TODOS OS NATAIS. 

                                      TRIBUTO A DR. ANTONIO DE PÁDUA RAMOS

Ainda que o recesso forense não tenha terminado, meu outro lado de "escriba" me faz cair sobre a escrita, e as palavras vão se desencadeando de forma tão normal quanto ao tempo, estivesse eu a descrever qualquer tese defensiva, e por isso, passo a escrever sobre o assunto que o descanso me impediu de fazer na data certa. Dia 29 de Dezembro de 2013, completei exatos 45 (quarenta e cinco)anos de diplomação em Direito, pela Universidade Federal Fluminense - antiga Faculdade de Direito de Niterói - FDN. Contando o tempo de PROVISIONADO - período de dois anos que exerci a advocacia, assinando junto à profissional devidamente registrado na Ordem dos Advogados do Brasil. Tal lembrança me imponho a revelar o responsável por minha vocação de advogado, de quem nunca deixei de admirar. Este ser, hoje lá no alto do céu, meu saudoso e inesquecível Tio e Padrinho Dr. Antonio de Pádua Ramos, por isso, quero deixar registrado e perpetuado, meus agradecimentos sinceros, pois, foi com quem dei meus primeiros passos na advocacia criminal, eis que, nessa época ja era Ele, Delegado de Policia Civil do Estado do Rio de Janeiro, tendo me ensinado muitas "manhas" jurídicas, técnicas de redação em Habeas Corpus, Mandado de Segurança, entre outras medidas rápidas e eficazes, com o fito à soltura de clientes. O zelo e a dedicação na direção do certo, do honesto, com a simplicidade e humildade, com que fazia presença na sua conduta diária como agente Policial, íntegro e respeitado, nunca chamara atenção de seus Superiores, mais interessados na Politicagem e transformação Politica, que o órgão sofria desde antes e depois do período recessivo, vivenciado. Não importa meu querido Padrinho Dr. Antonio de Pádua se os homens públicos de sua época e os de depois, nunca reconheceram seus valores e os valorosos serviços prestados ao Público, à Nação e ao Estado. Eu aqui de pena na mão, proclamo seus valores, de dignidade e moralidade no exercício de suas profissões - Advogado e Policial - que nas suas silenciosas atuações, sem escândalos ou oferecimentos aos noticiários, não permitia o espancamento de presos, obtenção por torturas as confissões, quando muitos dos seus pares assim agiam, e ou, qualquer tipo de maltrato, ainda que reconhecidamente malfeitores de pérfidas ações. Técnica e educadamente, mostrava os ângulos dos fatos, tipificava-os enquadrando-os devidamente, oportunizando ao Ministério Público, quando do oferecimento de suas Denúncias, embasar-se por seus Inquéritos, relatados com suficiência e capacidade de pesquisa quase cientificas, em transformação imediata em ações penais. Lembro de minha idas às Delegacias contigo, e de vez em quando, em situações de menores proporções, me pedia  Ele que o ajudasse a lavrar os registros, como que, me ajudasse a aperfeiçoar minha caligrafia e me antecipar no aprendizado e conhecimento da nomenclatura jurídica e dos tipos penais. Que saudade meu querido Padrinho. Homem de honra em todos os sentidos.Faço essa pequena apologia ao digno operário do Direito, que saiu ileso entre as transformações politicas no País, pois, sem quaisquer restrições, pode exercer suas profissões sem quaisquer incômodos, face sua moral ilibada. Faço esse reconhecimento Meu Padrinho querido, porque, me louvei em muito em vós, e agradecido, já completei 45 anos de atividade profissional como operador do direito, com o mesmo senso moral e grau de dignidade a mim deixado por ti como legado, e esse exercício de qualquer modo, saboreio o destaque que me vejo hoje privilegiado desde meus contemporâneos, como, os mais jovens que quase diariamente buscam de mim, técnicas daquelas nunca envelhecidas por ti ensinadas. Faço uso hoje, dessa gloriosa repercussão através do Facebook, para que se lembrem que por muitos anos tivemos alguém de quem jamais o alcançara o trecho da oração ao moços, proferida pelo Mestre Ruy Barbosa. De vós, meu grandioso Mestre Antonio de Pádua, ninguém do povo poderá dizer que um dia teria a vergonha de ser honesto, rir-se da honra, e quando esteve no poder público, este múnus foi exercido pelas mãos de um bom homem. Era o que me cabia, emocionadamente, retratar no auge de minha comemoração de quase meio século de atividade profissional. Dou-lhe este presente Meu Padrinho Querido, motivado pela lembrança que me veio à mente durante minha comemoração de 45 anos de formatura. Obrigado meu Tio, oro para que DEUS te honre com um lugar dos justos. beijo de seu querido sobrinho e afilhado.

domingo, 22 de dezembro de 2013


                                                 A ORAÇÃO QUE JESUS ENSINOU

                                                 Todos sabem que JESUS em sua passagem terrena, nos deixou como um de seus grandes legados, uma ORAÇÃO ESPECIAL, nos ensinando como se dirigir ao PAI CELESTE. O PAI NOSSO, na verdade era dito como clamor ao DEUS TODO PODEROSO, visando obter dele uma atenção especial e individual. (Pai Nosso que estais o céu) Por isso, o mundo inteiro ORA ou REZA, o que entendo ser a mesma coisa, O PAI NOSSO. Por essa razão, resolvi escrever hoje sobre esse tema, tão especial, quanto interessante em sua expressão. Falo aqui, no entanto, da expressão atual de toda oração, porque, apesar de achá-la uma maravilhosa forma que JESUS encontrou para que nós falássemos com o PAI (NOSSO). ELE expõe sensacionalmente um sentido de cada expressão e palavra daquela ORAÇÃO.(Santificado seja Vosso Nome) Na adaptação atual promovida pela Igreja Católica, eu tenho particular comentário, que mais adiante farei referência. Mas, o PAI NOSSO como ORAÇÃO DE DEUS, dirigida a DEUS PAI, é simplesmente, SENSACIONAL. As vezes  cometo até o pecado (vaidade) de me imaginar lendo ou gravando o PAI NOSSO endereçado a um grande público, porque, é realmente um "recado" impressionante, pela pureza de sua composição e ao tempo, uma "força espiritual". É tão sensível sua leitura quanto a dicção na oratória, com um pedido especial a DEUS (venha a nós o vosso reino). JESUS diz ainda, que se FAÇA A VONTADE DO PAI, assim na Terra como no Céu. A partir dessa determinação espiritual, encontramos na ORAÇÃO a disponibilidade divina em nos conceder o alimento de cada dia. ( O Pão nosso de cada dia, nos dai hoje). PERDOAI NOSSAS OFENSAS (antigamente: Perdoai nossas dívidas assim como nós perdoamos a nossos devedores) ASSIM, COMO NÓS PERDOAMOS A QUEM NOS TEM OFENDIDO. Essa é a frase sobre a qual, me manifestei acima, e cuja referência quero me situar para explicar que não me acho confortável essa comparação, pois, entendendo em primeiro lugar, quero frisar, que não acolho como razoável igualar o PERDÃO DIVINO com o perdão humano. Posso e humildemente confesso, que devo ter dado errada compreensão (humana) ao que chamo de comparação imprópria, pois, como poderíamos pedir o perdão divino em equivalente ao nosso perdoar humano? Não sei se alguém poderia me expor a que limite se deu a essa comparação. Continuo com grande margem para afirmar ser impossível ao ser humano perdoar a quem o tem ofendido, como DEUS nos perdoa a nossas ofensas, apesar de num outro sentido, seja uma ordem celestial o alinhamento o perdoar sempre, e em qualquer circunstância.E, então vem o fecho de ouro, dessa ORAÇÃO maravilhosa. ( e, não nos deixeis cair em tentação, mas livrais-nos do mal). É, sem dúvida alguma o PEDIDO FINAL, de proteção sempre, ampliada por um clamor à Divindade inquestionável do PAI, cujo pedido, simboliza uma auto-revogação à nosso livre arbítrio afim de evitar a queda em pecado, além de não nos sujeitarmos aos males do mundo. Assim, percebe-se que JESUS ensinou essa ORAÇÃO, divinamente, gestualizada segundo os escritos direcionada a seus apóstolos e seguidores, com o objetivo de nos dar um grandioso conforto espiritual, e nos elar definitivamente à soberania do Criador. Confesso minha santa ignorância na interpretação dessa obra divina, e, porque desconheço sua escrita original , por isso, peço perdão a todos os leitores e a DEUS pela soberbia em escrever sobre um assunto, ante a auto-confissão já revelada. 

quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

                                                                         TRISTEZA

Quando muito cedo, digo, bem jovem, experimentei pela primeira o sentimento da tristeza, jurei a mim mesmo, que jamais a sentiria de novo. Quão pueril fui em fazer tal afirmação, pois, a TRISTEZA é um sentimento sensação, não há controle, ela penetra em nosso ser independente de nossa vontade. E, num repente, sem qualquer possibilidade de você tentar administrar, ela te adentra a alma, te modificando completamente. A muitos leva ao choro. A outros, o cometimento de verdadeiros desatinos, e até mesmo o abandono de si próprio, transfigurando-nos. Essa nociva sensação, quando nos chega ao íntimo, não a resistimos, e a esse momento, que quase sempre vem e demora a ir embora, as vezes dura quase uma eternidade, em nosso tempo imaginário. A gente sente TRISTEZA por quase tudo, nessa vida. Por um simples estado emocional ou até mesmo por grande tragédia.A surpresa corriqueira ocorrente quando um ente querido se vai dessa vida, por antecipadamente, sabermos que esse alguém se encontrava doente, mas, mesmo assim, a sombra da TRISTEZA nos toma conta da alma, e, maior das vezes, ficamos profundamente penalizados e sofridos por aquela perda, ainda que, confortados pelo histórico de sofrimento vivido por ele. Outras sensações em que esse sentimento nos toma conta, são as tragédias, vistas e ouvidas pelos meios de comunicações, ainda que estas, ocorram a milhares de quilômetros de distância. e, outras que marcam muito e demoram a sair de nosso ser, são as decepções, quer amorosas, quer as motivadas por falsidades, quer aquelas em que confiávamos nas pessoas, que fazem parte de nossos planos de vida e de vivência. Doem muito as decepções provocadas por irmãos, filhos e parentes mais íntimos, pois, estas nos fazem sofrer por TRISTEZA profunda, deixando calar fundo um outro sentimento de mágoa, só superável por uma capacidade de assimilação fincada no maior de todos os sentimentos: O AMOR AO PRÓXIMO. E, por falar dele, é o remédio para superar todas as TRISTEZAS do mundo. Penso sempre em viver alegre, porque esse é único meio de fazer com que as TRISTEZAS nunca cheguem perto, além de ser o meio mais fácil de nunca envelhecer o espírito. Evidentemente que não se pode rir de tudo, e a toda hora, mas, trazer constante a alegria, faz certamente, mais feliz o próximo, e não permite qualquer espaço a TRISTEZA. Por isso, sem qualquer TRISTEZA, exalto o espirito da ALEGRIA, e penso que todos não a deixe escapar no seu dia a dia, ainda, que haja motivação, que a TRISTEZA fique fora da consciência, alijada sempre do nosso ser, para dar espaço a ALEGRIA meio fundamental de nossa própria existência. Sejamos, pois, ALEGRES e confiantes sempre e diariamente.
CAVALEIRO DA SORTE

SOU CAVALEIRO DA SORTE,
POR ISSO, NÃO TEMO A MORTE
VIM DE LÁ DO CÉU, E, PRA LÁ VOLTAREI.

VIVO SEM LUGAR OU DESTINO
TENHO AMIGOS E CONSELHEIROS
NÃO COMETO DESATINOS.

ACEITEI CASAR COM A VIDA
ALGUNS REBENTOS EU CRIEI
A NATUREZA COMO ESPELHO
MUITAS ALMAS EU SALVEI.
MEU CANTO É POESIA

MINHA FALA ENCANTAMENTO
A RAZÃO DE SER EM MINHA VIDA
A ALEGRIA EM CADA MOMENTO.

VOU VIVENDO, CAMINHANDO,
COM O PASSAR DO TEMPO
EM MEUS RASTROS VOU DEIXANDO
A TRISTEZA E O LAMENTO.

NADA FICA AGARRADO EM MIM
SÓ O AMOR CONSTRUIDO
AFORA DO NASCIDO
COM MINHA ALMA DE NASCIMENTO
SEM DOR OU SOFRIMENTO
VOU LEVANDO AO SABOR DO VENTO.

TUDO QUE REALIZEI
COM O AMOR VIVIDO
PELO QUAL ME APAIXONEI.

AINDA JOVEM ERRANTE
ACEITEI A VIDA ROMANTICA 
DA QUAL NUNCA ME SEPAREI.

HOJE VOU ESQUECENDO
DAS GRANDES AVENTURAS VIVIDAS
APAGANDO MEUS RASTROS DE CONQUISTAS 
MAL LEMBRADAS PELO DESCASO
E ABANDONO, MORRIDAS.

AINDA QUE LENTAMENTE
POSSO DIZER SEM MEDO
FUI CAVALEIRO DA SORTE
AMANTE DESTEMIDO
EM ALCOVAS DE PAIXÃO.

ABRACEI MUITAS VEZES O PECADO
COM SORTE DE CAVALEIRO
CONVIVI COM O ERRADO
GRANDES LIÇÕES TIREI, DESTE APRENDIZADO
MESTRE ME TORNEI, PARA ENSINAR AO NOVICIADO. 

ALGUNS MOMENTOS SÓS, RECORDAÇÕES JÁ ME CANSAM
ESTOU PRONTO PARA OUTRA VIDA,
NA ESPERANÇA DE SER PERDOADO
COMO CAVALEIRO DA SORTE
VIVO SEMPRE ESPERANÇADO.

RAY 12/2013.(Raimundo Januário)

domingo, 8 de dezembro de 2013

                O DIA QUE FALEI PARA CINCO PESSOAS

                         Fui convidado num dia do mês de maio do ano de 2004, para fazer uma palestra numa igreja de bairro de Niterói. Passei o dia inteiro, entre o trabalho e meio perdido na redação do tema escolhido - A VIDA DE NOSSA SENHORA – MÃE DE JESUS, com a preocupação de ser o mais precioso possível, pois, o tema escolhido era de tamanha responsabilidade, que me deixara assim. Por volta das 16 horas, recebi um telefonema comunicando que seria a palestra realizada na própria Igreja, com inicio previsto para as 19:30hs. Passei aqueles momentos de certa angústia, não só pela responsabilidade que o tema exigia, como devia me preparar para receber e responder de pronto as perguntas que certamente iriam me fazer. Desenvolver um tema discursando, embora, tivesse experiência de falar em público, certamente, o local e o assunto, iriam mexer com meus nervos e meu metabolismo traria uma distância enorme entre a calma e serenidade, minha constante vigilância na fala e escuta e na maneira quase técnica de me dirigir a várias pessoas ao mesmo tempo em que as observaria se atentas ou não, ao meu falar. A lide profissional me ensinara a falar com variações diversas, quer alto ou baixo, emocionado ou irritado, enfim, adequando a fala ao assunto de modo a transmitir e convencer àqueles a quem endereçaria. Mas, naquela noite a situação era diferente, a plateia seria diferente, tanto na qualidade, como na especialidade. Tratava de público diferenciado, pois, interessado numa histórica passagem de um ser humano santificado por ordem direta de DEUS. O Local também merecia destaque e preocupação, por sua natureza e respeitabilidade. Assim, dobrava a responsabilidade e aumentava meu nervosismo, cujo desequilíbrio, me obrigava a movimentar intensamente no sentido de achar o tempo emocional para superar o clima tenso, somente sofrido e vivido por mim. Por várias vezes, quando me dirigia à Igreja, conversava comigo, e até em voz alta, na tentativa de me controlar, serenar meu ânimo, em busca do equilíbrio emocional, e assim, mais calmo desenvolver o tema que requer, além de profundidade de conhecimento, absoluta serenidade para receber e responder as perguntas que seriam fatalmente formuladas. Daí, num vai e vem, milhões de pensamentos povoavam e fervilhavam na minha cabeça, então, parti decididamente para Igreja, local da palestra, e já na porta, resolvi que antes de tudo, apesar de preparado para falar sobre o tema, iria entregar por oração, minha conduta dali em diante ao Divino Espírito Santo, pois, tinha convicção de que recuperaria a paz e serenidade necessárias ao desenvolvimento e conclusão daquela incumbência religiosa. Fui efusivamente cumprimentado pelo casal convidante, e pelo adiantado da hora, me dirigi logo à Capela do Santíssimo, e, naqueles instantes de profunda reflexão, pude me sentir confortado pelo Espírito Santo de DEUS, e, sereno, fui até o púlpito e, acomodando minhas escritas sobre Nossa Senhora, no cenário preparado para a palestra. Assim, de microfone em punho, cumprimentei a plateia, que se resumia a cinco pessoas, além do casal convidante. Nem liguei, fiz as citações constantes dos Evangelhos, a história de MARIA a MÃE DE DEUS, sua predestinação anunciada pelos Profetas, sua missão de sofrer e viver o sofrimento do filho JESUS CRISTO, mas, também, suas alegrias no período de desenvolvimento Dele, e o acompanhar na vida pública, com seus milagres, e vibrando com tais realizações, vendo-o crescer em dignidade e santidade. Imaginando o murmúrio desse coração de Mãe, se tem a sensação maravilhosa de uma maternidade provinda do Criador, onde não há mácula ou sombra de pecado, e até a tristeza, que ficara reservada alfim de tudo, tinha sua maravilhosa finalidade de salvar a humanidade. Por isso, relembrei aos ouvintes, sempre atentos e silenciosamente encantados com o tema, e que me pareceu ser bem alcançado por todos, cujo reflexo pude ao final agradecer as palmas a mim destinadas, a importância histórica de Nossa Senhora no mundo criado por DEUS, sua participação tão grandiosa, desde o nascimento de CRISTO JESUS, como, em toda sua caminhada na terra até sua morte física. Entre tantas participações de Nossa Senhora, na vida pública de JESUS CRISTO, dei ênfase maior as Bodas de Canaã e a Assunção Dela aos céus. Nesses episódios retratados pelos evangelistas, extrai com particular cuidado a beleza do momento em que JESUS é contatado por sua MÃE SANTÍSSIMA lhe informando que faltara vinho, e após, ser repelida por ÊLE, porque entendia não ser chegada a hora de alguma ação milagrosa, ELA “sem dar qualquer chance ao FILHO”, como se diria a modo popular “não deu a mínima confiança”, e imediatamente ordenou simplesmente aos serviçais que enchecessem as talhas de água, e as dispusesse à ordem de Seu FILHO, e ELE imediatamente cumpriu sua primeira missão na terra, transformando a água em vinho, e de tamanha qualidade que a todos encantou a ponto de “os donos da festa” ser chamados a atenção pela maravilhosa casta, ser servida após esgotar o estoque de vinhos de qualidade inferior. Outro destaque que dei a respeito da vida da MÃE SANTÍSSIMA, foi exatamente a sua Assunção aos céus, de Corpo e Alma, para ratificar sua natureza divinal. Não há, se perceberem ao ler os sacros evangelistas, qualquer menção à morte e ou, ao sepultamento da MÃE de JESUS, porque, volvendo a alguns escritos antigos, se percebe tal revelação dos profetas. E, não poderia ser diferente, já que desde a revelação do Anjo do Senhor anunciando a MARIA que ela serviria de tabernáculo para o FILHO DE DEUS, porque, o Todo Poderoso encontrou GRAÇA e BELEZA em si. Diante de tais exposições, minimamente, pela simples CONCEPÇÃO já estaria MARIA – como MÃE DE DEUS HUMANADO, pontificada como expressão máxima do AMOR DE DEUS e sua MISERICÓRDIA pela humanidade. Assim, encerrei minha fala agradecendo ao DIVINO ESPIRITO SANTO a iluminação recebida para divulgar a MÃE SANTÍSSIMA DE SEU FILHO JESUS, e assim, aguardei alguns instantes para ver a reação daqueles poucos integrantes da assistência, e de pronto me vi consolado, pois, tive como resposta à minha mensagem, alguns segundos de aplausos, e carinhoso contato dos poucos, mas, maravilhados espectadores. E, enfim, terminei aquela noite, profundamente marcada em meu coração. Sai daquela comunidade religiosa, com imenso prazer de ter cumprido o dever de divulgar a VIDA SANTA DE MARIA – A ESCOLHIDA para todos os séculos como a única mulher sem mancha do pecado original. OBRIGADO MÃE SANTÍSSIMA, e ROGAI POR NÓS.
         bom dia! justiça!   
Escrevo hoje, dia 08 de dezembro de 2013, sobre o tema Justiça pertinente, por ser a data comemorativa ao DIA DA JUSTIÇA. Como sou e continuo sendo crítico ferrenho contra a forma com que se aplica a JUSTIÇA no País, e nesse passo, gostaria de me expressar de forma a ser alcançado por aqueles que ao lerem esta manifestação, que visa particularmente um chamado de atenção, no sentido de se tentar de alguma forma caminhar para uma aplicação justa das regras legais, ou ao menos uma REFLEXÃO. Aliás, as muitas crônicas e críticas que fiz e faço, à todas encaminho ideias e solução. Pois, então, retomando ao assunto, ao que parece, a JUSTIÇA perdeu seu sentido, realmente utópica na modernidade, segundo, se tem conhecimento na visão diária. Profissionalmente, se enfrenta uma JUSTIÇA em absoluto desuso, com conceitos absurdamente estrábicos, movidos por interesses “estranhos”,  sem vontade de por às desavenças, resolução que convençam as partes que houve uma decisão justa. Colhi por isso, um texto explicativo de como se dá significado de JUSTIÇA, cujo teor faço transcrever:
“Justiça é um conceito abstrato que se refere a um estado ideal de interação social em que há um equilíbrio razoável e imparcial entre os interesses, riquezas e oportunidades entre as pessoas envolvidas em determinado grupo social1 . Trata-se de um conceito presente no estudo do Direito, Filosofia, Ética, Moral e Religião. Suas concepções e aplicações práticas variam de acordo com o contexto social e sua perspectiva interpretativa, sendo comumente alvo de controvérsias entre pensadores e estudiosos.
Em um sentido mais amplo pode ser considerado como um termo abstracto que designa o respeito pelo direito de terceiros, a aplicação ou reposição do seu direito por ser maior em virtude moral ou material. A Justiça pode ser reconhecida por mecanismos automáticos ou intuitivos nas relações sociais, ou por mediação através dos tribunais, através do Poder Judiciário.                                                   
  

Em Roma, a Justiça era representada por uma estátua, com olhos vendados, visa seus valores máximos onde "todos são iguais perante a lei" e "todos têm iguais garantias legais", ou ainda, "todos têm iguais direitos". A justiça deve buscar a igualdade entre os cidadãos.” Fonte Google
Justiça também é uma das quatro virtudes cardinais, e ela, segundo a doutrina da Igreja Católica, consiste "na constante e firme vontade de dar aos outros o que lhes é devido" (CCIC, n. 381).

Como se pode observar da transcrição, há uma revelação pura e simples de que deve o exercício da JUSTIÇA ser “um estado ideal de interação social em que há um equilíbrio razoável e imparcial entre os interesses, riquezas e oportunidades entre as pessoas envolvidas em determinado grupo social”, no entanto, não é o que vemos, e quase sempre, fica o resíduo do descontentamento, eis que, visível o “interesse” em sepultar direitos, em nome de uma fatídica celeridade, entre outras “situações” expostas nas decisões. Não me venham com “inconformismos”, “prazuisticas” como explicações a justificar a decisão, que para atender alguns interesses, servem para eliminar qualquer possibilidade de se alcançar o recurso adequado de modo a reformá-la. Assim, já se elimina o principio da IMPARCIALIDADE e DA IGUALDADE DE DIREITOS, consignados na Lei Maior. Esta ação é aplicada para evitar uma enxurrada de recursos, contudo, serve de esteio e forja fundamento estrutural para o sepultamento do injusto, tornado justo em muitos casos. Deveria ser acrescido, em nome da JUSTIÇA e da REPARAÇÃO DO INJUSTO, critério auxiliar de funcionalidade. Não se eliminar a possibilidade da REVISÃO por conta de formalismo, muitas vezes, por não preenchidos os requisitos recursais, fórmulas medíocres e desestabilizadoras, aplicadas por um sistema regulador, e não pela Lei em si, importa na queda do exercício pleno, do direito constitucional a que faz jus qualquer cidadão. E, por meio desse regulamento “interno”, e a maldita custa judicial, que para muitos é o entrave na busca de seu direito. O mercantilismo supera o direito. O preço da JUSTIÇA-moeda é incrivelmente assustador e determinante ao perecimento do direito do cidadão, bastando não ter ele atendido a ordem judicial de recolher “as custas judiciais”. É curricular a “exigência dos juízes” em o cidadão provar a hipossuficiência financeira, embora, a LEI que concede e autoriza A GRATUIDADE DE JUSTIÇA, não exija mais do que uma simples afirmação, subscrita por aquele, que busca seus direitos ser declarado no Judiciário, e isso, ressalte-se, acontece diariamente, em particular em nosso Estado. Some-se a tal a complexa elaboração da extorsiva Guia de Recolhimento das Custas Judiciais. Se paga tudo nessa Guia. Em particular, destaco as variações de recolhimento quanto aos recursos nos juizados especiais, quando então, ocorre fatalmente o sepultamento do direito do cidadão, porque, as variações de pagamento das custas de um simples recurso, provoca a deserção, porque, não permite o complemento, já que uma norma administrativa, mesmo contrariando a norma federal (CPC), assim determina. Nesse passo, essa determinação que viola e ofende disposição literal de lei federal, não poderia ser fincada num Acordo de Juízes dos Juizados, pois, a resolução deles, não visa o sentido de prestar a tutela jurisdicional, mas, sim evitá-la, quiçá por comodidades ou interesses em manter a injustiça cometida. Temos na sede do direito comum, um exame prévio para admissibilidade ou não, dos recursos à terceira instância. Isso me parece mais sensato, mas, ainda assim, ressalta a discriminação eliminatória prestada no juizado. Outro ponto sujeito ao destaque é que a CONSTITUIÇÃO FEDERAL impõe tratamento igual a desiguais. Nem todos têm recursos financeiros à busca de seus direitos. Tal garantia é absurda, e a meu ver, politiqueira e enganosa, aliás, como tudo nesse País, onde o POVO – a classe dominada - não tem direito ao direito.  Vejam, que a cada passo da critica, desponto claramente, toda a intenção do Judiciário em não atender ao cidadão, quer pela conveniência “pessoal”, quer pela materialização transformada no conforto daqueles que exercem o poder de decidir os direitos dos cidadãos. Realmente, isso tudo, não se encaixa na teoria exposta do significado de JUSTIÇA. Quem sabe, em algum momento, haja inspiração naqueles que governam o JUDICIÁRIO, ou o administram, tenham um surto de JUSTIÇA – sentimento, e olhem realmente para o POVO, e lhes faça a verdadeira JUSTIÇA.

                            BOM DIA A TODOS.